Advogado desmente informações publicadas em site, classificando como tentativa de confrontá-lo com o Judiciário


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O advogado do prefeito eleito de Nova Olinda do Norte, Adenilson Reis, Lincoln Tavares, disse ao Radar que informações publicadas num site de notícias são “inverídicas e caluniosas” e que não passam de uma tentativa de confrontá-lo com o Judiciário. Foi publicado em um site local, o BNC, que o advogado “acusou” a desembargadora Nélia Caminha de ser parcial e de tentar tumultuar o processo eleitoral em Nova Olinda do Norte. “Exatamente por conhecer, como advogado que sou, a integridade da desembargadora Nélia Caminha e a correção de suas decisões é que externei minha estranheza pelo fato dela, em meio a um julgamento em curso, anunciar que já tinha tomado uma decisão monocrática, cassando as liminares que garantiram justiça ao meu cliente”, explica o advogado.

Lincoln Tavares afirmou que jamais deu entrevista ao site e que suas declarações, dadas a outro jornalista, foram distorcidas. “O que disse foi que me deparei com uma situação teratológica, no sentido de ilógica, porque o rito correto seria a desembargadora retirar os processos de pauta e aí sim decidir monocraticamente, o que me daria direito à ampla defesa.

Lincoln lembrou que os mandados de segurança são preventivos que o que afastaria a decadência do direito – perda dos prazos legais – dos mandados de segurança impetrados por ele para garantir os direitos políticos do seu cliente, direitos esses que foram reconhecidos no momento do julgamento do Registro de Candidatura pela Justiça Eleitoral ao deferir o registro de candidatura de Adenilson Reis e ao diplomá-lo.

“O prefeito eleito sequer foi notificado nem para se defender, nem que suas contas tinham sido reprovadas, então como impetrar mandado de segurança sem ter conhecimento nem do que está acontecendo. O julgamento da câmara foi feito sem o conhecimento do interessado, para atender os interesses do prefeito que perdeu nas urnas, ” comenta o advogado, acrescentando: “foram esses fatos do processo legal que eu questionei na decisão da desembargadora e não sua postura ética ou moral” . (Any Margareth)