Enquanto a polícia protegeu a imagem de Adail, jornalista é jogado em camburão e tratado como bandido (ver vídeo)


No dia 08 de janeiro quando o prefeito Adail Pinheiro se entregou à polícia, após ser decretada sua prisão preventiva por acusações de intimidação e ameaças às testemunhas e menores que o acusam de exploração sexual, houve até barreira humana, composta por policiais para evitar que a imprensa fizesse imagens e fotos do prefeito sendo preso. Isso sem falar no fato de que o prefeito-detento teve direito a escolta policial, entrar e sair da Delegacia Geral de Polícia por uma passagem privativa nos fundos da delegacia, sala exclusiva para reunião onde a imprensa não tinha acesso e total discrição em sua ida para uma cela do quartel da PM.  O tratamento diferenciado dado ao prefeito acusado de pedofilia e exploração sexual de crianças e adolescentes, foi explicado pela polícia em Nota de Esclarecimento como uma imposição feita pelos advogados do prefeito, e prontamente atendida pela polícia sem qualquer questionamento, apelando para os “direitos sobre a utilização da imagem” do prefeito. Ontem, quinta-feira (27), um cinegrafista de TV, que estava fazendo seu trabalho, sem qualquer acusação grave para tal uso de força excessiva contra ele, foi agredido, jogado num camburão e preso como se fosse um bandido da pior espécie. Veja vídeo do tratamento dado ao cinegrafista Jackson Rodrigues, que pelo jeito cometeu o pior dos crimes, o de alguma forma ter irritado um tenente da polícia militar: