Galaxy S5 será lançado no Brasil por R$ 2,6 mil no dia 11 de abril


samsunggalaxys5A Samsung anunciou nesta quarta-feira (26) que o Galaxy S5, seu novo smartphone top de linha que concorre diretamente com o iPhone5S, chega ao Brasil por R$ 2,6 mil no dia 11 de abril, mesma data do lançamento mundial. O preço vale para o modelo de 16 GB do aparelho.

O S5 será lançado por um valor sugerido superior ao do seu antecessor. Quando aportou no país em abril de 2013, o Galaxy S4 com 4G custava R$ 2,5 mil.

A empresa anunciou que com o lançamento do S5, o modelo S4 terá seu preço reduzido para R$ 1.099.

Fabricado no Brasil, o novo S5 segue a tendência do Galaxy Note 3 e virá em quatro cores – preto, branco, azul e dourado. Ele chega desbloqueado e para todas as operadoras. Mesmo fabricado localmente nas duas unidades de montagem de aparelhos da Samsung no Brasil, o preço final do smartphone é salgado.

A grande novidade do S5, anunciado em fevereiro na feira Mobile World Congress (MWC), em Barcelona, é o seu leitor de digitais, recurso biométrico difundido pelo rival iPhone 5S, da Apple. A função visa melhorar a segurança do dispositivo e é usada para destravar o smartphone e garantir operações de compra mais seguras.

Outra novidade é um leitor de batimentos cardíacos localizado na parte traseira do dispositivo, logo abaixo da câmera. O usuário coloca o dedo indicador no sensor para ativar um laser que consegue medir os batimentos cardíacos. Tudo é armazenado no sistema Fitness presente no aparelho.

Relógios inteligentes

Junto com o Galaxy S5, a Samsung trará ao Brasil a partir do dia 11 de abril os smartwatches Galaxy Gear 2 e o Gear Fit, este voltado para exercícios físicos. O primeiro será vendido por R$ 1,3 mil enquanto o segundo custará R$ 900. Os dois exigem que o usuário tenha um celular da família Galaxy para usar todos os recursos, já que os vestíveis não são compatíveis com outros smartphones.

O Gear Fit, embora mais barato e voltado para exercícios físicos – ele mede batimentos cardíacos por meio de um sensor em sua área inferior – tem um problema grave de design. O visor curvo é bom, mas seu posicionamento no braço não permite uma visualização confortável como a de um relógio comum. Em vez de o usuário virar o braço para si para visualizar a tela, no Gear Fit é necessário deixar o braço esticado, prejudicando todo o acesso aos recursos apresentados na tela sensível ao toque.

Fonte G1