“Presentão” para o servidor público: professor Melo cortou até o ticket alimentação dos policiais (ver vídeo)


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No mês em que se comemora o Dia do Servidor Público – 28 de outubro – os policiais do Amazonas não tiveram sequer direito ao ticket alimentação, também denominado pela corporação de “vale coxinha” porque, segundo os policiais, o valor de R$ 220 – o que corresponde a menos de R$ 10 por dia – não dá pra comprar uma coxinha e um refrigerante.

“O governador entendeu que policial civil não precisa se alimentar no trabalho”, ironizou a deputada Alessandra Campêlo, acrescentando: “Chega de oba oba desse governo dizendo que não tem recursos e a gente vê vários escândalos de corrupção”.

Alessandra reclamou do tratamento desumano que tem sido dado aos policiais. “Os coletes a prova de bala que deveriam defender a vida desses policiais estão fora da validade, muitos deles, isso quando tem colete. Não tem armamento pra todo mundo e as viaturas, poucas que ainda têm, não tem combustível. Nas delegacias falta do papel higiênico ao papel ofício e se quer limpeza tem nas delegacias. Isso afeta os policiais e afeta, principalmente, a população que precisa de uma segurança de qualidade”, criticou a deputada.

Ela anunciou que entrou com requerimento junto a Mesa Diretora da Assembleia solicitando que o Governo do Estado que reponha imediatamente o ticket alimentação dos policiais civis, assim como também reponha, de forma retroativa, o salário dos policiais militares que estão recebendo como se ainda fossem alunos. A mesma reclamação está sendo feita pela parlamenta junto ao Ministério Público Estadual (MPE-AM) – se vai ter resposta isso já é uma outra história, né mesmo?

Alessandra Campêlo convidou os colegas parlamentares a assinarem junto com ela a representação contra o Governo do Estado e a favor dos direitos dos policiais civis e militares, “principalmente o deputado soldado PM Platiny e o deputado cabo Maciel – até agora o que euzinha sei é que nenhum dos dois assinou. (Any Margareth)