Sigamos os sinais e vamos à luta, meu povo!


O que mais se ouve falar é que o ano de 2016 foi muito difícil, principalmente por causa da dita crise econômica. O governador do nosso Estado, então, abre a boca e lá vem a crise! – e lá vai euzinha ter uma crise de raiva quando ele decide abrir a boca. Mas, pelo menos por hoje, vamos nos esforçar pra sumir com o governador da nossa mente porque, pensar nele, não é sinal de bom presságio não, né mesmo gente? Prefiro pensar que todas as dificuldades foram sinais de mudanças, de novos tempos, de recomeço. Quer ver como isso é verdade?

Lembro nesse momento quanta gente eu vi, diante da dificuldade, sair da chamada “zona de conforto”, deixar aquele emprego que achava seguro, cômodo, rotineiro, e ser obrigado a ir à luta, se reinventar, mudar de vida. E vi, com alegria, muitas dessas pessoas se tornarem mais realizadas, mais felizes e até ganharem mais dinheiro.

Eu sou um exemplo disso, meu povo! Tá certo que o Radar começou quatro anos atrás mas, foi em pleno ano de 2016, em que todos dizem ter sido o pior de todos os tempos da chamada crise econômica que nos solidificamos como um canal de comunicação, o ano em que chegamos a milhares de acessos diários, em que mais fomos procurados pelo povo para reclamar dos seus problemas – até esculhambar mesmo porque faz parte! – e que mais parceiros públicos ou privados nos procuraram pra patrocinar o Radar – afinal, como disse Cazuza na música “Todo amor que houver nessa vida”, precisa de “algum trocado pra dar garantia”, né gente!

Mas, nada disso teria acontecido, se lá atrás, em 2013, anyzinha aqui não tivesse, mais uma vez na vida, chutado o pau da barraca, e depois de 14 anos de Câmara Municipal de Manaus e estando na assessoria do oitavo presidente, não tivesse decidido sair da sua zona de conforto e cair no mundo das incertezas. Pois, assim eu vi gente corajosa fazer neste 2016, como se diz no populacho, botar o pé na estrada e começar de novo!

Assim também eu vi o povo da minha terra, sempre chamado de ordeiro e pacífico – pois eu chamo isso é de subserviência – ir pra rua, fazer manifestação, botar a boca no mundo, reclamar dos desmandos e descasos de um governo inepto e incompetente, e lutar por seus direitos.

E, por isso, repito, o que minha velha mãe cabocla, semianalfabeta, mas sábia dizia: “é na dificuldade que se conhece o valor do homem” – mulher também tá gente? Por isso, vamos parar de nhem nhem nhem, lero lero, e disse me disse e vamos à luta minha gente! Porque os sinais do Radar são de um Ano Novo pleno de realizações e repleto de dias felizes, mas nada vai acontecer sem coragem e luta. “Tamo junto”, na vida e no Radar! (Any Margareth)