Vicente Lopes elogia pré-candidaturas dos deputados Chico Preto e Marcelo Ramos ao Governo


deputado vicente lopesOs deputados Chico Preto (PMN) e Marcelo Ramos (PSD) já se colocaram à disposição de seus respectivos partidos para disputar o governo do Amazonas na eleição deste ano, atitude elogiada pelo colega Vicente Lopes, do PMDB que tem o senador Eduardo Braga como pré-candidato à sucessão estadual. “Eu vejo isso com entusiasmo, com vibração até, pelo interesse e, acima de tudo, vontade desses parlamentares para disputar o Executivo estadual”, afirma.

Tanto Chico Preto como Marcelo Ramos, lembra Vicente Lopes, têm experiência como vereadores de Manaus e um trabalho de “extrema importância” como deputados. São nomes conhecidos da sociedade e não apenas “revelações”, como dizem alguns.  “Eles têm conhecimento e, mais importante, têm juventude, portanto marcando  um novo momento na política do nosso Estado, que é o da renovação”, garante.

Por isso, vê “com enorme simpatia” as  candidaturas de Chico Preto e Marcelo Ramos, “ dois extraordinários parlamentares”. Cada um nas suas atividades, ambos já demonstraram “competência, vontade de  servir ao Amazonas” e por isso  “louva” a iniciativa deles. O deputado também lembra  que Marcelo Ramos é filiado ao PSB, partido do governador Eduardo Campos, de Pernambuco, declarado pré-candidato a presidente da República.

País do futuro

“Ao meu ver, o governador Eduardo Campos pode ser a grande surpresa desta eleição. É competente, jovem, com enorme experiência e pedigree fantástico como neto do governador Miguel Arraes (já falecido). Então essa disputa pela presidência da República será extremamente importante, para a sociedade brasileira entender exatamente o momento que o país vive”, argumenta. Para ele, esse momento não é bom e dá exemplos.

“Ao longo dos anos o Brasil vem sendo  chamado de país do futuro, mas na verdade o que vemos são outros países  progredindo, fazendo alianças com países tecnologicamente desenvolvidos, enquanto nós preferimos  os países mais pobres, países até com  regimes ditatoriais. Isso é uma surpresa  muito grande, porque a presidente (Dilma Rousseff) diz ter sido torturada”, explica, citando o investimento de 1 bilhão de dólares  em Cuba.