Aaaaaí! Que sono meu Deus, ouvir debate confuso, em câmera lenta!

Abel-Navarro

Gente, depois me chamam de implicante, de antipática, e outras expressões bem menos agradáveis que eu não sou lesa de publicar . Mas, vai, digam a verdade, debate entre Abel Alves e Luiz Navarro é pra acabar, né mesmo? Abel Alves e seu ééééés infindáveis davam uma canseira miserável, combinado com explicações sobre idéias e projetos que, confesso, não entendi nada. Se alguém entendeu, me explique por favor, porque não tenho o menor problema de confessar meu desconhecimento sobre tão profundas teses. Por exemplo, alguém já ouviu falar de “lobby hidro-fluvial”? Fucei tudo que é dicionário, apelei pro Google e até para livros sobre os tipos de lobby (atividade organizada para exercer pressão em defesa de interesses definidoe legítimos) que existem pelo mundo a for a, e não encontrei uma linha. E ainda houve a mistura da expressão lobby com hidro e fluvial, palavras que nos remetem para uma mesma noção porque tem a ver com água. Pode parar!?!?

Mas a situação ficava ainda mais complicada, e tenho que dizer, enfadonha pra caramba, quando o debate se restringia a Abel Alves e Navarro, que lá vinha com aquele discurso socialista mais antigo que corpete, anágua e pinguim na geladeira. E tudo isso numa lentidão danada, igualzinho andar de múmia em filme trash. E aí, a turma aqui do Radar, que não é nem um pouco chegada a uma pasmaceira, fazia a maior farra quando Abel Alves lascava a gritar o tal do “50 neles”, porque aí era sinal que acabooooou! (Any Margareth)