Acusado de abuso sexual, estudante de medicina tem prisão preventiva decretada pela Justiça

O estudante de medicina Marcos Vitor Aguiar Dantas Pereira, 22, é acusado de abusar sexualmente de duas irmãs e duas primas

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Foto: Divulgação

A Justiça decretou a prisão preventiva do estudante de medicina, Marcos Vitor Aguiar Dantas Pereira, 22, acusado de abusar sexualmente de duas irmãs e duas primas em Teresina. A decisão foi assinada pelo juiz Valdemar Ferreira Lima, da Central de Inquéritos da capital do Piauí.

O pedido de prisão preventiva foi aceito na última quinta-feira (7). A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) tentou cumprir o mandado de prisão, entretanto, Marcos Vitor não foi localizado.

Em setembro deste ano, o Radar Amazônico noticiou que Marcos Vitor estava cursando medicina em Manaus. Na época, ele declarou em post nas redes sociais que não está foragido da polícia e mora na capital amazonense há três anos.

O caso ganhou repercussão no dia 31 agosto deste ano. Uma adolescente de 12 anos, vítima do abuso, revelou à própria mãe que foi abusada sexualmente por Marcos Vitor dos cinco aos 10 anos.

Os familiares das vítimas temem que o estudante de medicina deixe o Brasil rumo ao exterior. A polícia divulgou o número (86) 3216-5225 para informações sobre o paradeiro de Marcos Vitor.

Relato assustador

Os jornais O Globo e Extra divulgaram nessa segunda-feira (11) um relato estarrecedor sobre as acusações de abuso sexual contra Marcos Vitor. A irmã dele, uma menina de apenas 3 anos, contou durante uma consulta com a psicóloga os momentos de terror que viveu durante os abusos.

Ao ser perguntada pela profissional, ela relata, quase brincando, que ele tocava e beijava partes de seu corpo. A menina aponta para as partes íntimas e diz: “aqui (na pepeca) e aqui”. A menina ainda ressalta que o rapaz dava beijos no lugar que ela usa para ir ao banheiro.

O Radar Amazônico entrou em contato com o advogado de defesa do estudante de medicina, Eduardo Fastino, mas até a publicação desta matéria não houve nenhum retorno.