Agora são os profissionais da Saúde que vão às ruas por melhores salários e condições de trabalho

MOVIMENTO UNIDOS PELA SAÚDE
Nesta sexta-feira (20), às 8h, o Movimento Unidos pela Saúde, promete mobilizar os servidores para uma grande manifestação que está sendo chamada de Marcha pela Saúde. A concentração está marcada para acontecer em frente ao Pronto Socorro Jão Lúcio, de onde os manifestantes pretender sair em caminhada até a sede do Governo.

Entre as pautas do movimento estão: Reajuste salarial de 20%; Programas habitacionais para os trabalhadores da saúde; ticket alimentação; vale transporte; reforma do PCCR – Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração, propondo o modelo de subsídio já adotado pelo Município de Manaus; Planos de Saúde para o trabalhador e seus dependentes; melhorias das condições de trabalho.

O movimento foi lançado com uma mobilização dos trabalhadores da saúde em Frente do Pronto Socorro João Lúcio, no dia 02 de junho de 2014, onde, na presença de um assessor da Secretaria de Saúde, se agendou uma reunião para o dia 06 de junho com uma comissão formada por representantes das várias categorias profissionais da área de saúde.  Nessa reunião a comissão, na presença do Secretário da SEAS capital Dr. Wagner, Assessor Edson Ramos, Representantes dos Sindicatos dos Assistentes Sociais (SASEAM), Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais (SINDFITO) e Farmacêuticos (SINDFARM), entregou pauta reivindicatória com proposta de reunião com o Governador do Estado e atendimento do pleito. A Secretaria de Estado da Saúde solicitou um prazo até o dia 13 de junho para dar uma resposta ao movimento, mas o prazo expirou sem que houvesse resposta.

A adesão dos profissionais do interior começou a se fortalecer e está sendo articulada com os municípios a realização de MARCHA PELA SAÚDE na mesma data e horário em sincronia com a capital.

Aos gritos de A SAÚDE VAI PARAR! O movimento pretende fazer uma pequena caminhada na Avenida Brasil se concentrando em frente à Sede do Governo do Estado até que o Governador atenda a comissão, e ouça as reivindicações dos trabalhadores. Caso isso não ocorra, o movimento pretende lançar indicativo de greve geral dos trabalhadores da saúde.