Apenas mais um show de bizarrices e infâmias, no Circo dos Horrores do Coiso

Foto: Alan Santos/PR

Pra manter uma plateia que acha graça e aplaude o circo dos horrores, o presidente Messias Bolsonaro continua com sua estratégia de protagonizar shows de bizarrices e infâmias, em meio a um país onde continuam morrendo centenas de pessoas por dia. O último show grotesco foi mais uma das costumeiras aglomerações promovidas por Messias Bolsonaro, num passeio de moto em São Paulo, com correligionários, aliados, xerimbabos, apaniguados, apadrinhados e gente do gênero.

Esse é apenas mais um ato dos “show” do “globo da morte”, promovido por Bolsonaro e sua trupe de seres amestrados que transferem para prefeitos e governadores a responsabilidade de manter vivas as vítimas dessas aglomerações, assim como os cidadãos que se deixam levar pelos discursos do chefe da Nação Brasileira. Como de costume, ao final da motociata, o presidente falou contra o uso da máscara, contra as medidas sanitárias de combate à Covid-19 e defendeu o falso tratamento precoce.

Enquanto gente a quem Bolsonaro chamou de falsários e vagabundos, lutam para salvar vidas, como por exemplo cientistas pesquisando remédios e vacinas e artistas arrecadando doações para os mais necessitados, Bolsonaro vai na contramão espalhando mentiras, ignorância, fanfarrices, demência e matando pra se manter vivo, já que um ser sem talento, sem elegância, sem gentileza e sem inteligência, só aparece quando é instrumento do caos. Há quem ache o máximo ser liderado por um ser dessa espécie.

A exemplo do que fez na campanha eleitoral, Messias Bolsonaro continua usurpando frases bíblicas pra manter sua plateia. Nas eleições de 2018, para dar ares de verdade às suas mentiras, Messias Bolsonaro usou a Bíblia como escudo – “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Na motociata, como se tivesse se comparando a Jesus Cristo, o Messias fake tomou para si a frase de Jesus a seus discípulos: “onde estiverem, estarei no meio de vocês”. Bolsonaro falou essa frase aos seus seguidores.

Bem que ele poderia dizer isso, ou seja, estar junto com quem está sofrendo nos hospitais com Covid-19, ou com aqueles que esperam ansiosos por vacina, poderia estar próximo dos desempregados do país em busca de uma alternativa de sobrevivência ou buscar diminuir o sofrimento de milhões de miseráveis que não têm o que comer.

Mas Bolsonaro acredita que isso não dá voto, mas sim ser o centro das atenções com seu show do homem monstro “O Coiso”.