Arthur Zanetti conquista mais uma prata para o Brasil nos Jogos

Zanetti capa

A Arena Olímpica prendeu a respiração. Olhares aflitos tentavam dá força, tentavam ser o suporte de Arthur Zanetti na final das argolas. O bi olímpico estava em disputa. Não veio. O ginasta voltou ao pódio olímpico nesta segunda-feira, mas viu seu posto no topo passar de mãos. Atual campeão mundial, o grego Eleftherios Petrounias bancou a marra de se considerar favorito, cravou tudo, levou o ouro com 16,000 e frustrou o bi do brasileiro. Ao anfitrião restou a prata. Amarga? De jeito nenhum. Zanetti comemorou o resultado,  sabia que o rival era forte, o respeitava muito. Na Olimpíada do Rio de Janeiro, o brasileiro mostrou que ainda está entre os melhores do mundo com 15,766 pontos. O russo Denis Ablyazin completou o pódio com 15,700.

O roteiro era para ser igual ao de Londres. Estrategicamente diminuiu a nota de dificuldade na classificatória e conseguiu o desejado quinto lugar. Por sorteio anterior aos Jogos, a posição o colocaria como último a se apresentar. Uma colocação privilegiada. Só que o grego Eleftherios Petrounias não deixou espaço para ninguém depois que se apresentou, foi absoluto no decisão, praticamente não errou nada e conseguiu um impressionante 16,000.

Se no evento-teste de abril Zanetti estava no topo do pódio e Petrounias em segundo, os dois sabiam que nada estava encaminhado àquela altura. O melhor ginasta é o melhor na hora da final. Nesta segunda, o melhor foi o grego, terceiro campeão olímpico das argolas na história de seu país.

Fonte: GE/Notícias ao Minuto