Asprom Sindical é forçado a encerrar greve sanitária após decisão judicial

Foto: Rafa Braga / Radar Amazônico

O Sindicato dos Professores e Pedagogos da Escolas de Manaus (Asprom Sindical) informou em nota que foi obrigado a encerrar a greve sanitária em cumprimento à decisão judicial da desembargadora Joana dos Santos Meirelles, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). A greve iniciou em 18 de maio como forma de proteger os profissionais da educação, que estão sendo forçados a dar aulas presenciais antes da aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19.

“A greve sanitária em defesa da vida tinha como objetivos diretos a suspensão das aulas presenciais e o retorno ao regime de trabalho de home office para que o atendimento aos alunos continuassem sendo feitos a partir da casa dos professores. A greve tinha a finalidade de preservar a saúde dos professores e de toda a comunidade escolar”, diz trecho da nota.

Risco de contaminação nas escolas

Por fim, o sindicato reafirma que as escolas públicas não são lugares seguros e que o protocolo de segurança adotado é inútil e totalmente falho, não garantindo a segurança de ninguém dentro das escolas.

“Por isso, apesar da greve ter sido encerrada por força de uma determinação , nós continuamos insistindo que os pais e responsáveis por alunos não mandem seus filhos para as escolas pública de Manaus”.