Asprom Sindical pede instauração da CPI da Educação na Aleam e recebe apoio de Wilker Barreto

Foto: Wilkinson Cardoso

Durante Cessão de Tempo concedida pela Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), a coordenadora geral do Sindicato dos Professores e Pedagogos do Estado do Amazonas (Asprom Sindical), Elma Sampaio pediu a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Educação, cujo objetivo é investigar contratos firmados pela Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc). Durante o pronunciado, ocorrido na última terça-feira (20), a professora apresentou as principais reivindicações da categoria.

Para o deputado estadual Wilker Barreto (Podemos), autor do requerimento que pede a abertura da CPI, a Assembleia precisa de atitudes firmes para combater a corrupção instalada no atual governo, citando que a instalação de Comissões Parlamentares de Inquérito são mecanismos fundamentais para a fiscalização mais rígida do Legislativo sobre o Executivo.

“Eu não sei o porquê desta Casa não criar a CPI da Seduc. No Dia do Professor (15 de outubro), falei que o maior presente que esta Casa poderia dar para os professores era a última assinatura para a instalação da CPI. Não farei parte da comissão por razões obvias do processo político, mas eu acredito que esta Casa tem condições de enfrentar a corrupção deste governo, é preciso ter postura firme”, afirmou o parlamentar, que também sugeriu a CPI da Organização Social (OS) e da Parceria Público-Privada (PPP) do Complexo Hospitalar Zona Norte.

Barreto elogiou o posicionamento da professora Elma Sampaio na tribuna da Aleam e afirmou que a não instauração da CPI da Educação colocará em xeque o papel da Casa Legislativa.

“Parabenizo a professora Elma Sampaio pela coragem em trazer todos os apelos da categoria para a tribuna desta Casa porque bater de frente com sistema não é fácil. Vou aguardar esta semana o posicionamento desta Casa, se a CPI da Educação e da OS e PPP não prosperar, aguardem os temporais”, finalizou.

*Com informações da Assessoria.