Bolsonaro: o bobo da corte que virou cachorro louco

Somente seus apoiadores mais fanáticos e porque não dizer lunáticos parecem não conseguir enxergar que o presidente Messias Bolsonaro está cada vez surtado. O velhinho “doce e brincalhão”, assim definido pela namoradinha do Brasil, a atriz Regina Duarte, não consegue mais nem fazer piada sem graça. E até a namoradinha do Brasil decidiu sumir de sua vida porque ela própria virou uma grande anedota. O bobo da corte parece estar mais para cachorro louco.

Acontece que o povo brasileiro parece estar cansado de rir de sua própria desgraça, a não ser um ou outro adorador do mito que parece não se importar de ser esculachado publicamente para servir de “elenco de apoio” nos shows bizarros do presidente, como, por exemplo, aquele em que Messias Bolsonaro fala de criação de baratas no cabelo black power de um cidadão. O mito adora fazer os outros pagarem mico pra desviar a atenção das desgraças nacionais.

 Bolsonaro destila ódio por tudo e por todos. Se diz perseguido, difamado e injustiçado, só que esse discurso feito na campanha eleitoral de 2018, pelo que tudo indica, parece não colar mais. Foi descoberto que o “homem de família” gosta de enriquecer apenas a própria família. O Bolsonaro que não se unia aos aproveitadores e desonestos, assumiu ser de um grupo político, o Centrão, ao qual ele chamava de “escória” – qualquer semelhança com o que há de mais desprezível na política brasileira não é mera coincidência.

O cristão Messias Bolsonaro não soltou uma lágrima pelos milhares de mortos por Covid-19 no Brasil e demonstrou se importar muito mais com indicadores econômicos do que com a vida do semelhante, mas não conseguiu uma coisa e nem outra, nem salvar a economia e nem a vida de milhares de brasileiros. O então candidato a presidente que dizia que governos anteriores teriam destruído o Brasil, a cada dia que passa, deixa o Brasil mais na bancarrota.

O Brasil virou um país de péssimos recordes, onde o desemprego já atinge mais de 14 milhões de pessoas e o subemprego, com trabalhadores sem nenhum direito trabalhista, já alcançou a marca de 24 milhões de brasileiros. A gasolina chegou a sete reais em algumas cidades do país e a botija de gás atingiu o preço de mais de R$ 100 reais.  Junta-se a isso aumentos seguidos no valor da tarifa de energia elétrica.

Nas mesas dos brasileiros, até os alimentos básicos como o arroz e o feijão sumiram por causa dos altos preços. A miséria campeia pelo Brasil, com quase 20 milhões de cidadãos passando fome.

E, enquanto os péssimos indicadores econômicos, deixam claro a inoperância e incompetência de Messias Bolsonaro para governar, a CPI da Covid-19 do Senado Federal, tem demonstrado que atitudes do Governo Federal como a de gastar 15 vezes mais com o infundado “tratamento precoce” à base de cloroquina do que com a compra de vacinas, transformaram o Brasil num imenso cemitério.

Mas, apesar de estar à frente de um país em crise, Bolsonaro parece continuar fazendo o que fez durante todo o seu mandato, pensando nele mesmo e na sua diluída popularidade. Nem tem se importado se a cada uma de suas crises de cachorro louco, cresce a insegurança política e econômica no país, consequentemente, o dólar sobe e pressiona a inflação.

O cachorro louco está solto e cada vez mais perigoso com a intenção de continuar no poder a qualquer custo.