CDL homenageia prefeito e primeira-dama de Manaus

Alex Pazuello/Semcom

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, e a presidente do Fundo Manaus Solidária, a primeira-dama Elisabeth Valeiko Ribeiro, foram os convidados de honra da primeira reunião da Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDLM), realizada na última terça-feira (5). Além das pautas diretamente relacionadas ao comércio, a reunião teve como objetivo homenagear a Prefeitura de Manaus pelo trabalho de assistência às famílias vítimas do incêndio ocorrido no bairro Educandos, zona Sul, em dezembro passado.

Na ocasião, o prefeito aproveitou o encontro com os empresários para evidenciar sua preocupação com o destino da Zona Franca de Manaus e da Floresta Amazônica, como tem feito em uma série de artigos publicados em sua página pessoal e repercutidos nacionalmente, alertando os brasileiros sobre a importância da manutenção do parque industrial para o desenvolvimento sustentável da região.

A CDLM, que tem sido parceira da prefeitura e já tendo doado mais de 35 toneladas de mantimentos para a campanha #ManausSolidária, exibiu um vídeo sobre as ações do município no caso Educandos e entregou à primeira-dama Elisabeth Valeiko uma placa em homenagem ao trabalho.

“Nós estamos muito agradecidos não apenas aos empresários, mas aos cidadãos que se empenharam, se doaram, de forma tão generosa por essa causa tão bonita, que é ajudar ao próximo”, disse a presidente do Fundo Manaus Solidária, que fez um breve balanço das doações recebidas.

O presidente da CDLM, Ralph Assayag, ainda destacou o trabalho que vem sendo realizado pela prefeitura para tornar o ambiente de negócios em Manaus mais vigoroso e atraente. Entre elas, a criação do Comitê de Desburocratização e a atualização do Plano Diretor da cidade. Arthur também recebeu uma placa de homenagem por esse desempenho. “A prefeitura tinha 185 taxas, agora só temos 85”, lembrou Ralph.

Zona Franca

Durante o encontro, o prefeito e seus secretários da área econômica e de planejamento expuseram sobre a situação econômica e tributária da cidade de Manaus e as mudanças adotadas por influência do Comitê de Desburocratização, que estão facilitando as licenças. O prefeito também pediu aos empresários que se unam à luta pela sobrevivência da ZFM.

“A Zona Franca de Manaus chegou ao ponto que para acabar não precisa acabar com incentivos, basta ficar como está. Nós precisamos de novos polos, de uma reforma de infraestrutura, portos, estradas, hidrovias”, destacou Virgílio.

O prefeito ponderou as necessidades de incremento da indústria 4.0 e de novas matrizes econômicas, como o Turismo. “A Zona Franca funcionando a todo vapor nos dá tempo econômico e político para implantamos novas matrizes. E a indústria 4.0 pode nos dar esse fôlego. Temos que apostar na indústria 4.0 e não desperdiçarmos tempo, como fizemos nos últimos 50 anos”, disse Arthur.