Cia. De Arte e Cultura Samaúma inicia circulação dos “Ritmos da Inquieta Alegria” com entrada franca

cultura e arte

Um dos espetáculos contemplados com o Prêmio Myrian Muniz de Teatro 2012 inicia circulação pela Região Norte. “Ritmos da Inquieta Alegria” será encenada neste sábado (01) às 19 horas, e no domingo (02) às 18h30, no Teatro da Instalação (Rua Frei José dos Inocentes, s/n, Centro) com entrada franca.

“Ritmos da Inquieta Alegria” também será apresentado em Itacoatiara,  Parintins, Rio Preto da Eva e Manacapuru (AM) e Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Belém (PA), Rio Branco (AC) e em outros festivais fora do eixo-norte que ainda estão sem data definida.

A peça conta com a direção de Cleinaldo Marinho, e no elenco as atrizes Amanda Paiva e Beth Ghimel. A dramaturgia do espetáculo foi construída pelo próprio diretor, a partir das poesias do primeiro livro da escritora amazonense, Violeta Branca, publicado em 1935, quando a autora tinha apenas 19 anos de idade.

A montagem do espetáculo também foi contemplada com o Prêmio do Programa de Apoio e Incentivo a Cultura (PAIC), da Fundação Manaus de Cultura e Artes (Manauscult). E está em temporada desde o inicio do ano no mesmo teatro.

Mais informações podem ser adquiridas nos fones (92) 8143-9521 / 9247-5943

Sinopse

A escrita de Violeta Floresce como uma vitória-régia. Enamorada de Tupã, o deus lhe concede a “glória suprema” de ser Iara. Entre o amor deificado e sua paixão humana, enamora-se por um marujo incauto, perdendo assim, os favores do deus lendário da Amazônia, que retira-lhe a “glória suprema” e a castiga, transformando-lhe em mulher-fêmea.

Vive, a partir dessa experiência, a descoberta do amor e da vida e, no desencontro e perda da pessoa amada. Experimenta suas dores e padecimentos, vividas sob o véu do silêncio e o vazio das distâncias.

De acordo com Cleinado Marinho que faz a direção e também é responsável pelo projeto de iluminação, o espetáculo possui uma sensibilidade especial o que é diferente para a produção do Amazonas. “Os versos de Violeta Branca são heroicos, triunfais, nervoso; a leitura deles encanta. Sentimos a palpitação de um sentimento, que é a alma do verso”, afirma o diretor.