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Cinto que transforma gordura do corpo em energia

Foi pensando nas pessoas que querem eliminar o excesso de peso na cintura que a estudante de design holandesa Emmy van Roosmalen criou o Energy Belt.

O cinto transforma as gordurinhas a mais em energia capaz de carregar vários tipos de aparelhos eletrônicos, como celulares, o que ajudaria a reduzir os gastos com eletricidade no final do mês.

Para quem nunca ouviu falar em nanotecnologia, a façanha pode parecer impossível. Mas, aplicando os conhecimentos deste ramo da ciência – que busca a manipulação de objetos do tamanho de átomos, na escala de nanômetros (divida 1 metro por 1 bilhão que você chega lá…) –, é possível criar produtos únicos, que prometem mudar nossas vidas. Ao alterar átomos e moléculas, é possível mudar as propriedades de quase todos os produtos.

A ideia é criar células artificiais que plagiam células vivas. Em detalhes, é isto o que acontece no Energy Belt: protocélulas artificiais imitam adipócitos marrons – células capazes de gerar calor –, pegam a energia da gordura branca – importante no metabolismo energético e isolamento térmico – e a converte em ATP – Adenosina trifosfato. Esta energia química pode, então, ser usada para produzir eletricidade e carregar qualquer coisa entre celulares e marca-passos.

Hipoteticamente, com a ajuda da engenhoca, seria possível emagrecer comendo sem preocupações e levando uma vida sedentária  o que não seria muito indicado.O produto ainda é um conceito e não tem previsão de chegar ao mercado.