Comissão de Direitos Humanos da CMM discute identificação de gênero em autópsias

A Comissão de Direitos Humanos, Povos Indígenas e Minorias da Câmara Municipal de Manaus (CMM), realiza nesta quinta-feira (24), às 9h, na sala de reuniões das Comissões da Casa, uma audiência pública, para discutir a necessidade de identificação de gênero nas autópsias para se chegar o mais próximo possível de uma estatística real dos crimes de homofobia na cidade.

Foram convidados para participar da discussão os grupos Manifesta LGBT+, representado por Gabriel Mota e Maurício Oliveira; Movimento LGBT Amazonas; Coletivo Difusão, representado por Paulo Trindade e Thiago Costa; Rede Nacional de Adolescente e Jovens Vivendo e Convivendo com HIV, representado por Rafael Arcanjo; Instituto Cultura Afro Multalembê, por Brenda Félix e Movimento Social LGBT Miga, sua loca, representado por Naty Veiga e Ana Carolina Souza.

Conforme o autor da audiência, o vereador Plínio Valério, pelos menos nove grupos são esperados para discutir tanto esse assunto como outros que foram apresentados pelas instituições. “A pessoa está registrada masculino ou feminino, que são os dois gêneros reconhecidos, mas tem a observação de que ela pode ser transexual.

Para que a gente pudesse ter informações, estatísticas de quanto anda a questão da homofobia no Amazonas. Mas, isso, vai ser discutido com eles, e eu já tive uma prévia de que é importante para os grupos uma casa de apoio. Seja como for, a gente tem que encarar essa discussão e mostrar para essa minoria que apesar de ser minoria somos iguais”, defendeu o parlamentar.