Comitê de Combate à Violência Obstétrica abrirá campanha pelo fim da violência contra a mulher no AM

O Comitê de Combate à Violência Obstétrica vai abrir as ações da campanha internacional “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres” no Amazonas neste fim de semana. De 25 a 28 de novembro, representantes de órgãos e entidades que compõem o comitê promovem caminhada, rodas de conversa, atividades culturais e palestra sobre o tema.

Para inaugurar a programação, está prevista uma caminhada em prol da humanização do parto, às 8h de domingo (25), com concentração na Ponta Negra.

Como forma de incluir a pauta do enfrentamento à violência obstétrica na mobilização, o Comitê de Combate à Violência Obstétrica também programou rodas de conversa em oito maternidades públicas do Amazonas, na segunda-feira (26). Cada membro do comitê conduzirá uma roda de conversa pela manhã, nas maternidades da cidade.

A programação segue na terça-feira (27) com atividade cultural na Praça Heliodoro Balbi (antiga Praça da Polícia), a partir das 15h, com esquetes temáticas e apresentação do Grupo Baque Mulher, e se encerra na quarta-feira (28), no Palacete Provincial, a partir das 16h, com uma aula magna sobre violência obstétrica e evidências científicas, ministrada pela doutora Maíra Takemoto, e show de encerramento com a cantora amazonense Cinara Nery.

As programações dos dias 25 e 27 são abertas ao público e não requerem inscrições. As vagas são limitadas para participação nas rodas de conversa nas maternidades, previstas para o dia 26, e para a palestra de encerramento, no dia 28. Os interessados devem enviar pedido de inscrição pelo e-mail pram-oficio1@mpf.mp.br até sexta-feira (23), que será avaliado conforme a capacidade de pessoas nos locais dos respectivos eventos.

A Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres é uma mobilização anual, promovida simultaneamente por diversos atores da sociedade civil e poder público ligados a esse segmento. Desde sua primeira edição, em 1991, já conquistou a adesão de cerca de 160 países incluindo o Brasil, que passou a realizar campanha a partir de 2003.

Com informações da assessoria do MPF.