Contas do prefeito Arthur Neto do exercício de 2016 são aprovadas pela CMM

As contas do prefeito Arthur Virgílio Neto, referente ao exercício de 2016 foram analisadas e aprovadas unanimemente pela Câmara Municipal de Manaus, em sessão nessa terça-feira (27). Antes disso, as contas já haviam passado pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM).

Para Arthur, o ano de 2016 foi o momento em que a prefeitura se consolidou como referência nacional pelo equilíbrio das contas públicas, possibilitando que o município trabalhasse utilizando recursos próprios e passasse a ser respeitado por entidades financeiras nacionais e internacionais.

“Nós tivemos o reconhecimento nacional como a capital que mais respeita à Lei de Responsabilidade Fiscal pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, a Firjam, baseada em dados que enviamos à Secretaria do Tesouro Nacional em 2016. Quando assumi a prefeitura, em 2013, estávamos na posição 2000 desse ranking e, agora, estamos em primeiro”, observou.

O prefeito Arthur Neto destacou o empenho dos vereadores, cumprindo o papel de fiscalizadores do povo. “A Câmara Municipal tem um papel primordial dentro da nossa administração e isso fica evidente quando, mais uma vez, nossas contas são aprovadas por unanimidade. Eles analisaram e reconheceram nosso esforço em manter o nosso equilíbrio econômico, que reflete no trabalho que realizamos por melhorias na cidade de Manaus”, disse o prefeito.

O vice-líder do prefeito na CMM, vereador Coronel Gilvandro Mota (PTC), ressaltou que a aprovação das contas do Executivo municipal constitui-se como uma das obrigações dos vereadores da Casa.

“O prefeito Arthur tornou Manaus uma cidade modelo para o país em gestão fiscal e em qualidade de vida. Isso tranquiliza toda a população, porque estamos diante de um prefeito que gere com responsabilidade a coisa pública. Registro minha alegria e contentamento, porque nós, vereadores, representamos o povo e fiscalizamos as contas de gestores que têm compromisso com o povo. Enquanto outros municípios estão à beira da falência financeira, Manaus está aí sendo exemplo para outras localidades”, afirmou Gilvandro.

O processo de avaliação e aprovação segue a legislação descrita no artigo 23, inciso V, da Lei Orgânica do Município de Manaus (Loman), que determina competência privativa à Câmara julgar as contas anuais do prefeito e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo.