David Almeida lança campanha “Compre do Vizinho” para fortalecer pequenos negócios

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O ex-governador do Amazonas, David Almeida (Avante) lançou, nas redes sociais, a campanha “Compre do Vizinho”, com o objetivo de incentivar o consumo consciente neste período de pandemia causada pelo novo coronavírus, a começar pela compra nos empreendimentos dos bairros como mercadinhos, feiras, drogarias e padarias.

De acordo com David Almeida, pesquisas recentes do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) têm mostrado que, apesar de não proibidos de funcionar nessa pandemia, os pequenos negócios essenciais têm sofrido forte impacto com recuo nas vendas e são ainda os que mais têm acesso ao crédito emergencial negado pelas instituições financeiras.

Para ele, a sobrevivência desses pequenos negócios da cidade em meio à crise está nas mãos do consumidor do próprio bairro.

“Diante dos riscos de contaminação, muitas pessoas têm escolhido comprar pela internet ou se deslocar para grandes supermercados e têm deixado de lado o mercadinho ou a drogaria do bairro. Para esses pequenos negócios não entrarem em falência, o morador do bairro precisa fazer esse consumo consciente, para fortalecer a economia local e garantir a renda e os empregos que esses pequenos empreendimentos geram na comunidade”, disse David

Por mais que haja uma previsão de retomada da atividade econômica do comércio, de forma gradual a partir de junho, David Almeida observou que o setor ainda vive as incertezas do retorno em razão da curva da contaminação pela Covid-19, que ainda é alta.

“As portas do comércio não essencial estão todas fechadas e o comércio essencial dos bairros, do pequeno comerciante, tem sofrido com a preferência dos consumidores pelos empreendimentos de maior nome na cidade”, comentou.

David disse que a sua campanha entre amigos é uma aposta no momento em que a solidariedade começa a falar mais alto. “É importante dizer que também podemos ser solidários uns com os outros, a partir do consumo consciente, a começar pelos produtos dos comércios dos nossos bairros. Os pequenos negócios são hoje os maiores afetados pela crise criada pela pandemia do novo coronavírus. Consumir na taberna, na drogaria, no mercadinho e na feira do seu bairro é ajudar a manter viva a economia local”, observou.

Para o ex-governador, esse movimento deve continuar, até mesmo depois das restrições ao comércio não essencial, porque é quando aqueles que estavam fechados por força de decreto vão precisar vender seus estoques para começar o segundo semestre do ano, com a esperança de recuperar o volume de vendas do ano. “Vai ser na pós-pandemia que, aqueles que estavam fechados, vão precisar desse movimento de consumo consciente. Por enquanto, vamos no caminho de dar vida a quem ainda está aberto e depois àqueles que vão retomar as atividades”, comentou.

(*) Com informações da assessoria de imprensa