Deputada denuncia cantor de forró por estuprar um porco (ver vídeo)

A presidente da Comissão de Meio Ambiente e Proteção dos Animais da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputada Joana Darc (PR), denunciou o vocalista da banda de forró, Gabriel Tavares pelo crime de maus tratos a um animal. ( Veja vídeo no final da matéria)

A denúncia foi feita após a deputada receber imagens do cantor mais conhecido por Biell Loop praticando sexo com um porco. O Boletim de Ocorrência foi registrado nessa terça-feira (5), no Batalhão Ambiental da Polícia Militar do Amazonas.

“Ele só não foi preso, porque já tinha passado o flagrante. O que ele fez, além de imoral é crime. Parabéns a população por denunciar, temos que repudiar atitudes criminosas como essa. Estou vigilante, denunciem porque eu não vou sossegar, até que seja feita justiça como esse e com tantos outros casos”, ressaltou Joana Darc.

Ao lado dos policiais, que estavam sob o comando do Tenente Adailson, Joana foi até o lugar onde o cantor realizava um show e acompanhou a sua notificação.

De acordo com a deputada, Biell terá que comparecer a Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente e Urbanismo (DEMA), nesta quinta-feira (7), para prestar esclarecimentos quanto ao caso que viralizou nas mídias sociais. Ele infringiu a Lei de Crimes Ambientais n◦ 9605/98 Art. 32 e incisos.

“Isso é crime, você vai responder. Vou fazer o possível e o impossível para você ser responsabilizado. Saiba que tem muita gente vigilante e que ninguém aceita esse tipo de coisa. Quem faz isso com um animal, faz com uma mulher, uma criança, um idoso”, disse Joana ao encontrar o infrator.

Joana também informou a Biell, que ele será notificado na quinta-feira (7), por sua Comissão e que ele terá que ir a Assembleia Legislativa, para dar mais detalhes do fato. A parlamentar quer saber onde aconteceu a zoofilia, onde está e a quem pertence o animal.

Legislação

De acordo com a Lei de Crimes Ambientais n◦ 9605/98 Art. 32 e incisos, praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

Com informações da assessoria da deputada.