Deputados pré-candidatos ao Governo perguntam: cadê o tal do “legado” a ser deixado pela Copa do Mundo

assembléiaO deputado Marco Antônio Chico Preto (PMN) também fez  pronunciamento, na Assembleia Legislativa, na manhã desta segunda-feira (10), parabenizando o Estado pela bela obra e inauguração da Arena da Amazônia, ocorrida no último domingo (9). Porém, o parlamentar criticou a falta de um sistema de transporte coletivo à altura do estádio o que, em sua opinião, ainda deve levar alguns anos para acontecer. Para Chico Preto, a mobilidade urbana que era uma das matrizes que a Copa do Mundo deixaria como legado e, que é de fundamental importância para Manaus, sequer tem um bom projeto ou uma boa planta. “Manaus terá quatro jogos passando pela cidade, mas não terá nem monotrilho, nem BRS, ou BRT (Bus Rapid Transport) e nenhuma outra o obra de intervenção que possa ter contribuído para melhoria da cidade. Não quero aqui deixar mensagem de pessimismo, mas de um realismo muito claro. Parabéns a todos que conseguiram tirar do papel o sonho e obra da Arena da Amazônia. Mas, segundo ele, também fica sobre todo os nossos ombros, a dívida a ser paga pelo povo, porque só a Arena saiu do papel. Transporte, organização do centro, mobilidade urbana, não. Nada se conseguiu tirar do papel como grandes intervenções. O patrimônio que seria deixado para cidade de Manaus depois da Copa do Mundo, espero que possa acontecer até a próxima copa, e que possamos resolver esses e outros problemas”, avaliou.