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“Discurso de Estado quebrado foi por água abaixo”, diz Serafim desmentindo Amazonino

Apesar de atípico, com três governadores em doze meses, 2017 foi um ano muito bom para as finanças estaduais. A informação foi divulgada, nessa terça-feira (9), pelo deputado estadual Serafim Correa (PSB), e é o oposto do que o governador Amazonino Mendes (PDT) vem falando desde quando assumiu o Estado no dia 4 de outubro de 2017.

De acordo com Amazonino Mendes, o Estado foi entregue, segundo ele, “quebrado” e com “rombos”, no entanto Serafim Correa aponta números que mostram totalmente o contrário: a receita prevista para 2017 era de R$ 14.680.579.000,00, mas foi R$ 15.508.115.363,30, portanto R$ 827.000.000,00 (oitocentos e vinte e sete milhões de reais) além do estimado.

Segundo o levantamento feito pelo deputado, o governo gastou R$ 14.744.380.130,95, portanto guardou R$ 764.000.000,00 (setecentos e sessenta e quatro milhões) correspondente à diferença entre o que arrecadou e o que gastou.

A análises feitas pelo deputado mostram que os prefeitos municipais nunca tiveram tantos recursos como em 2017. As transferências estaduais chegaram a R$ 2.235.390.866,76 bilhões e as federais alcançaram R$ 3.884.811.581,13 bilhões. O total dos valores transferidos sem qualquer esforço dos prefeitos foi o maior da história: R$ 6.120.202.448,09.

“Pode-se dizer, sem medo de errar, 2017 foi o ano de ouro das finanças amazonenses. O Estado não está quebrado. O Amazonas teve praticamente R$ 800 milhões a mais do que estava previsto e entre o arrecadado e empenhado sobram quase R$ 800 milhões também. Foi um ano bom e esse discurso de que o Amazonas está quebrado foi por água abaixo”, afirmou o deputado.

Serafim ressaltou que com os dados apresentados os prefeitos dos municípios do interior também não podem usar como desculpa a falta de recursos para realizar pagamentos e investimentos.