Divulgada lista dos aprovados para o Festival de Teatro da Amazônia

A lista de espetáculos selecionados para o 13º Festival de Teatro da Amazônia (FTA), já está disponível. Ao todo, foram 41 inscrições de diversos Estados. A curadoria, formada pelas atrizes Lucélia Santos (RJ), Juliana Galdino (SP) e Narda Teles (AM), selecionou 21 espetáculos.

O evento acontecerá de 13 a 17 de dezembro, em Manaus, com duas mostras não-competitivas – “Jurupari” e “Teatralidades”, oficial e paralela, respectivamente – e terá acesso gratuito.

Selecionados

Para a Mostra Oficial Jurupari foram selecionados 14 espetáculos. Na categoria infanto-juvenil: “Tropeço”, da Tato Criação Cênica (PR); “Pedra no Sapato”, de Felipe Abreu (CE); “A Planta da Cura”, de Andréa Maddy (AM); “Interditado”, do Grupo Baião de Dois (AM); “O Rapto das Cebolinhas”, da Cia Apareceu A Margarida (AM); “Bumboso – A história de um boizinho festeiro”, da Cia de Atores Escalafobéticos (AM); e “A Excêntrica família de clowns”, da Cia Língua de Trapo (AM).

Na categoria adulto, foram sete selecionados e um suplente. São eles: “Quem casa quer casa”, da Associação Art&Brasil (AM); “Recriando Mitos Tikuna”, da Cia Rã Qi Ri (AM); “O Lá – Sobreviver em Quadrados”, do NEM – Núcleo Experimental em Movimento (DF); “A Casa das Meninas Mortas”, da Cia Arte e Movimento Zona Cultural (AM); “Marília Gabriela não vai mais morrer sozinha”, do Coletivo UTC – 4 (AM); “O Mendigo e o cão morto”, de Ismael Farias (AM); “Deus lhe dê em dobro”, da Dragão 7 (SP); e para suplência, “Minha mãe se mata às 21h30”, de Paulo Queiroz (AM).

Mostra paralela

Para a mostra “Teatralidades”, foram selecionados quatro espetáculos: “Contos: O casamento da filha do Mapinguari”, de Acácia Mie (AM); “Caminhão a galope”, da Panorando Produções (AM); “Clowntidiano”, da Cacompanhia de Artes Cênicas (AM); e “1960 – título interino”, de Fábio Moura (AM).

Como as vagas não foram preenchidas, a curadoria do 13° FTA sugeriu os seguintes espetáculos para compor a programação: “Menino TK”, do Grupo Jurubebas (AM); “O Vestido de Lixo”, de Arnaldo Barreto (AM); “Recolon”, da Artrupe Produções ( AM); além da suplência para “Abaporutação”, de Dimas Mendonça (AM).