É tanto absurdo que não dá pro Radar não captar, processar e detonar!

Depois tem gente que fica falando mal do pessoal aqui do Radar (e nós já captamos, tá?), principalmente determinados políticos, dizendo que o Radar tem mania de perseguir os outros – se bem que a definição de Radar, inclusive no dicionário,  é de um equipamento que serve exatamente  para  localizar objetos mesmo distantes, móveis ou estacionários. Além de perseguidores, tem mais um monte de coisas que falam da gente, mas são impublicáveis. Mas, é bom explicar, que aqui no Radar, os mais velhos já passaram da idade de buscar aceitação a qualquer custo (ninguém é candidato a nada) e os mais novos não sofrem de qualquer problema de baixa auto-estima.  E além do mais, tem coisa que não dá pra não interceptar, processar e sair detonando. São absurdos tão grandes – e o pior quando são em sequência – que só sendo muito viajandão, o que não é o nosso caso, pra não se dar conta do que está vendo e ouvindo. Quer ver? O vereador Jornada foi a tribuna para elogiar o prefeito Artur Neto e o vice Hissa Abrahão por serviços de asfaltamento em Manaus. Até aí, tudo bem! Mas, aí, ele arremata o discurso com o seguinte: “E o vice-prefeito não trabalha com tapa-buraco, é recapeamento mesmo, tanto que é isso que está sendo feito nas proximidades do bairro Cidade de Deus, próximo da minha casa”. Só se for mesmo, nas imediações da casa do parlamentar, porque se ele quiser a gente dá o endereço de todo mundo que trabalha aqui no Radar, pra ele fiscalizar o tapa-buraco que está sendo feito nesses bairros, e que por acaso não tapa nada, já que uma semana depois está tudo esburacado. E encerrou o discurso falando do “arraiá da comunidade paraense, no Fast Club, onde vai se apresentar o cantor Pinduca, o rei do forró – podia ter ficado só nesse assunto que já tava de bom tamanho, já que aqui no Radar a gente tem companheiro paraense e todo mundo é chegado num forró.

Vai reclamar pra Dilma

E o vereador Marcelo Serafim disse que é da alçada do Governo Federal  essa questão dos tributos federais referentes a direitos trabalhistas (FGTS e INSS) dos rodoviários que há anos vem sendo recolhido pelas empresas de transporte coletivo, mas os empresários têm se apropriado do dinheiro, sem repassar para a Caixa Econômica, nem para a previdência. Ou seja, os trabalhadores de Manaus, toda vez que se sentirem prejudicados, primeiro veja se não é da competência do Governo Federal, não vá reclamar pro Serafim porque ele não foi eleito pra isso. Fala com a Dilma!

Entra no ônibus, entra!

E por falar em vereador Marcelo Serafim, ele disse que os vereadores que estão reclamando da falta de informação sobre o sistema de transporte coletivo, como por exemplo, qual o faturamento diário da empresas e o número de passagens pagas pelos usuários a cada dia, é porque não usam a senha que receberam e não entram no site do Sinetram (Sindicato dos empresários). Pelo jeito, o vereador entra no site do Sinetram, mas nunca entrou num ônibus pra ver se tem alguma verdade naquelas informações.

E não podia faltar o Barreto!

E no meio de tantas “pérolas” da retórica baré, o vereador-líder do prefeito na Câmara, Wilker Barreto, não deixou por menos – afinal Barreto não pode deixar ninguém superar sua performance  de grande mestre do “palavrório” (licença poética para citar Odorico Paraguaçu) que tem todas as “ solucionáticas” (licença poética sucupirense para solução) Para ver se calava o petista Waldemir José, membro  da “esquerda badernista, desaforista e subversenta (não precisa mais pedir licença, né?), ele o bombardeou de acusações. Uma delas foi: Ele (Waldemir) dá a entender que a SMTU é omissa, criticou Barreto. Mas, logo depois arrematou dizendo que os empresários do transporte coletivo são “réus confessos” na questão do não pagamento dos direitos dos trabalhadores. E o Radar pergunta pro Barreto: Se os empresários já confessaram seu crime porque não são punidos pela SMTU com multas pesadas e, no caso de reincidência com a perda do contrato como determina a Lei (LOMAN)?  Isso não é omissão, não? E lá vai mais um palavrório do Barreto: “Não temos que fazer uma CPI pra saber que o transporte precisa melhorar”. Se já sabem disso, então porque não melhora logo esse transporte, Barreto?  E, deixando os pratrasmente e indo logo pro prafrentemente, Barreto finalizou dizendo mais esta frase brilhante pra defender o pagamento de R$ 1,8 milhões em dinheiro, mensalmente, para os empresários de transporte coletivo não morrerem de fome já que a passagem voltou a custar R$ 2,75. “Alguém tem que pagar a conta ou o contribuinte (o povo) ou os cofres públicos”. Mas, o dinheiro do povo (contribuinte) não é o mesmo dos  cofres públicos? Ei, Barreto, dá pra parar com com essa confabulância desapretechada de sensatismo ?– o mesmo que, papo sem noção, conversa sem coerêencia, ou coisa do gênero.