Eduardo Braga é mais uma vez alvo de fake news por causa de sua atuação em CPI da Covid

Foto: Vagner Carvalho

A responsabilidade do Governo do Amazonas no colapso no sistema de saúde com a falta de oxigênio medicinal, que causou 2.822 mortes no Amazonas, em janeiro deste ano, tem sido cada vez mais explícita, conforme a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid trabalha no Senado. Ao mesmo tempo, a “militância digital” também trabalha, mas para disseminar mais notícias falsas contra membros da comissão. O senador Eduardo Braga (MDB/AM) que atua com destaque na comissão, tem sido constantemente atacado em grupos de whatsapp.

A “guerrilha digital” responsável mais uma vez pela propagação de fake news (notícias falsas ou imprecisas) contra o Senador tem um único propósito, o de tirar o foco principal da investigação no Senado. O movimento leva especialistas a crer que são grupos ligados ao governo. O que reforça a tese é a farta documentação e depoimentos que mostram a farra com o dinheiro público, que deveria ter sido utilizada no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus no Amazonas.

As falsas informações começaram no processo de instalação da CPI da Pandemia, e se intensificaram nesta terça-feira (15), antes, durante e após o depoimento do ex-secretário de Saúde, Marcellus Campêlo. Segundo a análise dos números de telefones utilizados para disseminar as notícias falsas, inclusive com números internacionais que dificultam o rastreio, apontam a participação de métodos profissionais para fazer o serviço.

Um dos membros da CPI, o senador Eduardo Braga (MDB/AM) – um dos mais atuantes na comissão -, tem sido intensamente atacado em grupos de whatsapp identificados, com notícias falsas.

O parlamentar acionou a sua equipe jurídica que está analisando uma forma de identificar e denunciar os autores dos ataques.

Desde quando a CPI iniciou os depoimentos, Eduardo Braga adota uma posição firme com intuito de esclarecer porque aconteceu a crise da falta de atendimentos e de oxigênio medicinal nos hospitais em Manaus, que causou a morte de milhares de pessoas nos três primeiros meses do ano. E essa postura tem contrariado interesses de quem não quer que toda a verdade sobre o colapso na saúde no Amazonas.