Em caminhada no Monte Pascoal, Rebeca Garcia ouve o povo e constata as várias carências do bairro

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A candidata a vice-governadora pela coligação “Renovação e Experiência”, Rebecca Garcia, sentiu na pele no final da tarde desta segunda-feira (18/08), no bairro Monte Pascoal, uma das principais reclamações que ouve quando realiza caminhadas pelos bairros de Manaus: a falta de energia. Levando as propostas da chapa que tem Eduardo Braga candidato a governador e Francisco Praciano candidato ao senado, Rebecca passou pelo bairro no final da tarde, quando não havia energia no local, e realizou parte da caminhada no escuro.

As reclamações dos moradores e comerciantes do Monte Pascoal, aliás, foram as mesmas que Rebecca tem ouvido nas caminhadas que tem feito nos diversos bairros de Manaus. Falta de segurança, ruas esburacadas e sem asfalto, falta de energia e saúde precária são os campeões. “A rua da gente está na lama. Não entra carro e, mesmo a gente, tem dificuldade para caminhar nela. As crianças caem na lama”, reclamou Vânia Silva dos Santos.

Em vários comércios por onde passou, Rebecca ouviu reclamações quanto à segurança no bairro. Uma panificadora visitada pela candidata havia sido assaltada no dia anterior. As casinhas de saúde fechadas também foram relatadas por várias pessoas. “Eu estou precisando fazer um exame e está difícil ir para outro bairro. Queria que a senhora fizesse um posto aqui para as mulheres”, pediu Maria Madalena de Souza, que afirmou ter gente morando nas casinhas de saúde desativadas do bairro.

Rebecca levou a mesma mensagem que tem levado a todos os lugares por onde passa para ouvir a população e falar sobre as propostas que ela e Eduardo Braga têm para o Amazonas. “Dessa vez eu venho como vice do Eduardo Braga. E nós queremos fazer um governo com o olhar do homem e da mulher. As coisas estão muito lentas no Estado. Queremos que o governo volte a andar como andava na época do Eduardo”, dizia aos moradores do Monte Pascoal.

Avaliando a caminhada no bairro, Rebecca falou de dois sentimentos opostos que sente no povo do Amazonas. “Ao mesmo tempo que você vê a alegria das pessoas de estar em contato com você, de ter a possibilidade de estar reivindicando diretamente com o candidato, tem também aquele descontentamento com a situação. Várias pessoas me relataram que só estavam ainda com o comércio aberto porque estavam esperando a nossa passagem. Há o problema também da saúde, do asfalto, do transporte. Tudo isso são reivindicações do Monte Pascoal”, afirmou.