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Em menos de dois meses, mais de duas toneladas de drogas foram retiradas das ruas

Entre outubro e novembro de 2017, operações desencadeadas pelas forças de segurança pública do Amazonas resultaram na apreensão de 2,196 toneladas de entorpecentes que estão avaliadas em mais de R$ 4 milhões.

 “Com uma nova metodologia estamos municiando as delegacias, fornecendo equipamentos para que as operações consigam adquirir a prova técnica e obterem sucesso nas apreensões e prisões dos envolvidos nos diversos crimes”, frisou o secretário-executivo de inteligência, delegado Herbert Lopes.

 O trabalho de parceria envolve Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (Fera), Delegacia Fluvial, Canil da Polícia Militar, Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), Serviço Nacional de Segurança Pública (Senasp), Polinter, Delegacia da Receita Federal (DRF), Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) e Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema).

As forças de segurança fazem um trabalho de acompanhamento dos grupos criminosos com foco na apreensão de grande quantidade de drogas. A maioria das ações ocorre em embarcações, onde 98% das drogas foram apreendidas este ano. O acompanhamento é focado em grupos que enviam drogas para a capital, além dos entorpecentes que passam pelo Amazonas com destino a outros Estados. 

O Departamento de Narcóticos da SSP-AM faz um trabalho intenso em Tabatinga, na região da tríplice fronteira, e nas cidades de Japurá e Maraã, no interior do Estado. “Quando a droga chega a Manaus, ela fica muito pulverizada. Por isso, essa ação conjunta realizada em todo o Estado, é essencial para combater o crime organizado no Amazonas e para desenvolvermos um trabalho de excelência e com resultado”, o delegado Paulo Mavignier, do Denarc.

Ao longo de todo o ano de 2017, ações das forças de segurança pública resultaram na apreensão de mais de 11,477 toneladas de entorpecentes, sendo 5,9 só em Manaus. As ações da SSP impactaram as finanças do crime organizado em mais de R$ 30 milhões. “O prejuízo financeiro para as organizações criminosas dificulta o seu crescimento, enfraquece seus comandos e viabiliza que o Estado consiga ter um controle dessas organizações criminosas”, afirmou Mavignier.

 FOTOS: Erlon Rodrigues / Polícia Civil