Em página do facebook, confirmações para manifestação em Manaus já chegam a 62 mil pessoas

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O nome da página do evento no facebook  é “Ato nacional contra os aumentos da passagem de ônibus. II Encontro Manaus Movimento Passe livre”. Nela, hoje (20) pela manhã, 62 mil pessoas já tinham confirmado presença na manifestação que ocorrerá a tarde, com concentração na Praça da Matriz. Assim como ocorreu em outras cidades do Pais, as redes sociais se transformaram no canal de comunicação entre os manifestantes. Desde ontem o ato público é o assunto que tomou conta de sites como o facebook e do twitter. Tem de tudo, mas tudo relacionado à manifestação. Dos comentários e debates dos mais sérios como as formas de rechaçar os manifestantes que queiram agir com violência, discussões (no bom sentido é lógico) sobre qual o melhor trajeto a ser seguido pela manifestação, pedidos de que não partidarizem o movimento levando bandeiras de partidos politicos, até  as tiradas sarcá sticas e bem humoradas (que não deixam de ter muita seriedade) e que estarão em cartazes e faixas como: “Direita? Esquerda? Eu quero é ir pra frente!”, ou “Se é público, por que eu pago? Se eu pago, por que é ruim? E ainda “Professor, eu desejo a você o salário de um deputado e o prestígio de um jogador de futebol”. E, algumas frases que fazem pensar (e como fazem) do tipo: “Japão: eu troco nosso futebol pela tua educação”, ou “Não estamos em Ordem, mas estamos em “Progresso”.

E, as confirmações de presença, vêm das mais diversas categorias profissionais, jornalistas, médicos, operário do Distrito Industrial, professores… O cartaz de um professor postado na rede social e produzido por ele pra levar para o ato público, fica entre a ironia e o protesto:  “Dilma, me chama de Copa e investe em mim! A manifestação terá presença maciça de universitários, reponsáveis pela mobilização e organização, mas levando em consideração quem está se manifestando nas redes sociais, vai ter gente de tudo que é nível de escolaridade, e de tudo que é idade, mães que vão com seus filhos e até famílias inteiras pretender participar do ato público. (Any Margareth)