Enquanto demite servidores, “padre” prefeito de Coari nomeia seu irmão evangélico para cargo comissionado (ver nomeação no final da matéria)

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O prefeito – que se diz padre desde a eleição de 2012 – do município de Coari, Igson Monteiro parece não achar suficiente estar sendo acusado das mais diversas irregularidades na gestão dos recursos públicos da Prefeitura de Coari, e decidiu ainda cometer nepotismo, que é quando um gestor público faz uso do cargo que ocupa para beneficiar parentes, a serem pagos com o dinheiro público. O nepotismo é uma prática proibida por Lei Federal (súmula vinculante nº 13).

Depois de eleger um de seus irmãos, o vereador Iliseu Monteiro da Silva, mais conhecido pelo apelido político de “Bat”, presidente da Câmara Municipal de Coari, ele nomeou através de decreto, datado do dia 06 desse mês, seu outro irmão, Idiseu Monteiro da Silva, para o cargo de secretário particular do prefeito, ou seja, dele mesmo – enquanto isso o Radar recebeu informações da demissão de quase 500 funcionários contratados.

Isso quer dizer que enquanto o “padre” prefeito de Coari decidiu cortar gastos tirando a ceia de natal e os presentes natalinos de servidores contratados, não fez economia na hora de dar de presente de natal um emprego para seu irmão, cuja única “formação profissional” que se tem conhecimento é ser o braço direito do presidente da Igreja Assembleia de Deus em Coari, o pastor Queiróz, discípulo da turma do deputado federal Silas Câmara e de seu clã que comanda a igreja. (Any Margareth)   

diário municipal coari