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Ex-prefeito Mário Paulain, preso por compras de votos no dia da eleição, era assessor do Governo

O ex-prefeito de Nhamundá (a 302 quilômetros de Manaus), Mário José Chagas Paulain, preso em flagrante, no último domingo (7), pela Polícia Civil por corrupção eleitoral (compra de votos), era servidor da Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror) e foi exonerado na segunda-feira (9). (Veja decreto de exoneração no fim da matéria)

Mário José das Chagas Paulain foi preso após denúncias em uma pousada do município com material de campanha (‘santinhos’, botons, adesivos, flyers, bandeiras) de diversos candidatos, além de R$ 2,2 mil em espécie. Ele foi solto após pagar fiança no valor R$ 10 mil.

De acordo com dados do Portal da Transparência do Governo, o ex-prefeito ocupava um cargo comissionado de assessor na Chefia de Gabinete da Sepror, comandada por Túlio Caceres Kniphoff,, com salário mensal de R$ 4,2 mil. (Veja folha de pagamento no fim da matéria)

 

Veja o decreto de exoneração na íntegra.

Veja folha de pagamentos da Sepror.