Ex-secretário de Saúde preso na Operação Sangria comandará programa criado por Wilson Lima de R$ 542 mi

 

Governador Wilson Lima ao lado do ex-secretário de Saúde Marcellus Campêlo / Foto: Murilo Rodrigues-Secom

Governador Wilson Lima ao lado do ex-secretário de Saúde Marcellus Campêlo / Foto: Murilo Rodrigues-Secom

O ex-secretário de Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo, preso pela polícia Federal na Operação Sangria em junho deste ano, que pediu exoneração de seu cargo da SES-AM, segue à frente de grandes contratos do governo de Wilson Lima. Nessa segunda-feira (12), o governo anunciou o programa Prosamin+, com investimentos de R$ 542 milhões de reais em infraestrutura, sob a coordenação de Campêlo.

A Polícia Federal investiga supostas contratações fraudulentas feitas pela Secretaria de Saúde (SES-AM), para favorecer empresários locais na construção de um hospital de campanha. No dia 7, Campêlo pediu exoneração do cargo, e na semana seguinte foi convocado pela CPI da Pandemia, no Senado.

Atualmente, o ex-secretário é coordenador-executivo da Unidade Gestora de Projetos Especiais do Amazonas (UGPE), órgão vinculado à Secretaria de Infraestrutura do estado. Trata-se do cargo mais alto da UGPE. Nesta segunda-feira (12/7), o governador amazonense, Wilson Lima (PSC), anunciou um investimento de R$ 542 milhões para obras de urbanização, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

*Com informações do site Metrópoles