Família de desaparecido dobra recompensa e oferece R$ 20 mil para quem encontrar paraquedista no Amazonas

Um inquérito policial foi aberto para investigar o caso no 22º Distrito Integrado de Polícia (DIP)

Foto: divulgação.

Durante o sexto dia de buscas pelo paraquedista desaparecido Luiz Henrique Cardelli, de 33 anos, o advogado Athos Cardoso, amigo de Luiz, afirmou que a família do desaparecido dobrou a recompensa para quem achá-lo. Ela vale agora R$ 20 mil. Além disto, um inquérito foi aberto para investigar o caso, segundo divulgado em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (20), no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), no bairro Aleixo, zona Centro-Sul de Manaus.

O inquérito foi aberto no 22º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Cardoso afirmou que o paraquedas de Luiz foi encontrado com sinais de que foi solto com procedimento de liberação correto, que possibilitaria ao paraquedista poder nadar.

Após fazer menção ao inquérito aberto para investigar as condições do voo de paraquedismo que levou ao desaparecimento de Cardelli, Athos afirmou que “certamente as autoridades darão a resposta brevemente”.

O advogado declarou, também, que voluntários estão à procura de Cardelli no Rio Negro.

O secretário de Segurança Pública do Amazonas, general Carlos Alberto Mansur, afirmou que as buscas do poder público contam com a ação do Exército, Marinha e Força Aérea, além das polícias militar, civil e do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBM).

O caso

A Secretaria de SSP-AM instalou um gabinete de crise, na noite da sexta-feira (15), com o objetivo de intensificar as buscas por dois paraquedistas, um homem e uma mulher, que desapareceram após um salto em Manaus. O corpo de Ana Carolina Silva foi localizado na manhã do sábado (16), no distrito de Cacau Pirêra, localizado no município de Iranduba, mas o de Cardelli, segue desaparecido.