Governo está sacrificando a saúde dos cidadãos do Amazonas, principalmente crianças e idosos, denunciam médicos

spa carimbo

Mensagens enviadas ao WhatsApp do Radar trazem informações apavorantes sobre as consequências das mudanças anunciadas pelo Governo do Estado na área de saúde. Classificando o Governo de Melo de “incompetente e desumano”, profissionais da saúde afirmam que as ações do Governo trazem risco de morte aos pacientes por falta do atendimento correto, com a maior brevidade possível. Os principais casos apontados por eles são: a transformação dos Serviços de Pronto Atendimento (SPA’s), em Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) e a desativação dos Centros de Atendimento a Melhor Idade (CAIMEs) e dos Centros de Atendimento Integral às Crianças (CAICs).

Vocês têm ideia do que isso significa? questionam os médicos. “Exemplo: uma criança, poderá ser um filho seu, com quadro convulsivo ou uma crise asmática (70% dos atendimentos de emergências pediátricas), simples de ser resolvido com suporte medicamentoso, monitorização e leito de reanimação/observação, não poderá mais ser atendido em um SPA. Outro exemplo: quando vocês precisavam levar os filhos ou os idosos para um atendimento básico (reavaliação pós-tratamento, vacinação, acompanhamento do desenvolvimento, tratamento de doenças crônicas, etc), havia o apoio dos CAIC’S/CAIMI’S, certo? Agora não terão mais esse apoio pois essas unidades vão juntar tudo, inclusive misturando, adultos ou idosos doentes, com crianças sadias”.

Os médicos rebatem qualquer acusação de que só estariam preocupados com seus ganhos já que recebem através de cooperativas pagas pelo Governo. “Nós médicos, com certeza, vamos nos virar em outros empregos, inclusive nas clínicas particulares onde a maioria da população não vai poder recorrer, e poderíamos deixar isso passar, porém essa atitude vai de encontro à ética médica e, principalmente, ao nosso juramento. Por isso, vamos lutar para que essa vergonhosa atitude seja revertida pois pensamos em primeiro lugar na saúde da população em geral”, garantem. (Any Margareth)