Greve contra Previdência afeta transportes pelo país nesta sexta-feira

O metrô e o serviço de ônibus das principais capitais do país devem ser afetados nesta sexta-feira (13) com a greve geral contra a reforma da Previdência.
Convocada pelas centrais sindicais no dia 1º de maio, a paralisação é de âmbito nacional e tem como alvo o projeto de mudanças das aposentadorias apresentado pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL).

Em São Paulo, as linhas 1, 2 e 3 do Metrô deverão ser as mais afetadas Já as linhas 4 e 5, administradas por concessionárias, afirmaram que suas operações funcionarão normalmente. Os trens da CPTM também terão operação normal. No Rio de Janeiro, a expectativa é que a greve não atinja tanto os serviços de transporte.
Movimentos sociais que integram a Frente Povo Sem Medo planejam obstruir o tráfego de veículos em rodovias estaduais e federais e em grandes avenidas de capitais em ao menos nove estados.

A estimativa é que todos os 21 mil ônibus não operem em Salvador. Bancários também confirmaram que vão cruzar os braços.
No Recife, devem paralisar funcionários de ônibus e metrô, além de bancários e servidores de escolas da rede estadual e municipal.
Em Porto Alegre, escolas, transporte, saúde e bancos devem ser afetados. Os colégios públicos não devem ter aulas e parte das escolas particulares anunciaram adesão. O transporte por trem estará paralisado, mas os motoristas de ônibus vão trabalhar.

Em Curitiba, ao menos 30 categorias aderiram à greve geral. As escolas devem ser as mais afetadas.
Professores de escolas das redes pública e particular da capital paulista também vão aderir.