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Hissa em Brasília? Pra quê?

Um dos “passarinhos” que adoram passar pelo nosso Radar comentou, ontem (30), que ligou para o vice-prefeito Hissa Abrahão e um assessor atendeu o telefone e disse que o vice-prefeito estava ocupado no momento, mas retornaria a ligação. Nosso “passarinho” amigo, disse que a informação que o dexou surpreso foi saber que o vice-prefeito estava em Brasília, segundo o assessor acabou confidenciando. Mas, o que Hissa Abrahão estaria fazendo em Brasília? Nosso amigo “passarinho”, bem que tentou perguntar, porém mais que depressa o assessor desligou o telefone.

E cadê o S.A.?

E, esse mesmo “passarinho” nos perguntou: “Mas, quem era pra estar lá (em Brasília) por causa das votações das matérias de interesse do Amazonas e da Zona Franca de Manaus (ZFM) não deveria ser o prefeito Artur Neto, já que ele tem tanto prestígio em Brasília e poderia, quem sabe, mudar a postura das lideranças de seu partido (PSDB) que estão em pé de guerra com o Amazonas? Pois é, é de espantar, que o Super Artur, o prefeito que está em todo lugar, não foi pra lá?

Tem que dar o troco

O deputado estadual Marco Antônio Chico Preto (PSD) opina sobre o que fazer para se contrapor aos ataques que a ZFM tem sofrido no Senado federal: “Penso que este parlamento ao lado de organizações da sociedade civil como a FIEAM, ACA, Federação do Comércio, Federação da Agricultura e ao lado do governo do Estado precisa posicionar-se sempre em defesa do modelo. É um modelo que pode ser repensado na linha do seu aperfeiçoamento, mas não na forma como propõe alguns arautos do Sul e Sudeste do País que propagandeiam que o Polo Industrial de Manaus é um peso para a nação brasileira”. Nós do Radar concordamos em gênero, número e grau.

Manaus Ambiental só paga quanto quer

Tanto na Câmara Municipal de Manaus (CMM), quanto na Assembléia Legislativa do Estado (ALE), os parlamentares cobram da Manaus Ambiental para que realmente pague pelos prejuízos que causou às famílias de áreas onde ocorreram rompimento de adutoras, mas a empresa continua fazendo ouvido de mercador, paga quanto quer e ponto final. “Existem muito relatos de pessoas que receberam R$ 2 mil, R$ 3 mil, R$ 4 mil, R$ 5 mil, cujo montante pago não resolve seus prejuízos, que foram superiores ao valor pago pela empresa”, informou o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da ALE, deputado Marcos Rotta, ressaltando ainda que os órgãos parceiros estudam ajuizar uma ação por dano moral coletivo contra a empresa Manaus Ambiental pelo rompimento de adutoras na cidade que deixou sérios prejuízos à população.