Igarapé do Passarinho transborda em ruas da zona Norte durante forte chuva em Manaus (ver vídeos)

O igarapé também apresentou a criação de redemoinho, representando um perigo para a população que mora nas margens

Ruas que ficam próximas ao igarapé ficaram totalmente submersas durante a chuva. –Foto: arquivo pessoal/reprodução

Problemas de infraestrutura já fazem parte do cotidiano da população manauara e durante as chuvas eles costumam ficar ainda mais evidentes, como foi o caso da situação do igarapé do Passarinho, localizado no bairro Colônia  Terra Nova , que transbordou na manhã desta segunda-feira (17) durante a tempestade que atingiu a cidade de Manaus.

Em vídeos que circulam nas redes sociais, um dos moradores das redondezas do igarapé denuncia o alagamento e sugere que a população do local providencie outra forma de locomoção.

“Bora parar de andar de carro, agora temos que andar de canoa aqui no igarapé do Passarinho”, disse o homem que em seguida teve a fala complementada por outro morador que sugeriu “pegar o bote”.

Um trecho da avenida Governador José Lindoso também foi atingido pelas águas . Em outro registro de vídeo é possível ver a avenida paralela totalmente submersa nas águas marrons do igarapé.

Rua totalmente alagada na manhã desta segunda. –Foto: arquivo pessoal/reprodução

Redemoinho

Se a situação já estava alarmante nas ruas atingidas pelas águas, quem mora nas margens do igarapé sofre em dobro com a preocupação. Um dos moradores dessa área (considerada de risco) flagrou a formação de um redemoinho, conhecido popularmente como “rebojo” no meio de um trecho do igarapé.

Nas imagens, é possível ver como os itens são sugados pelo redemoinho e levados para o fundo.

Infraestrutura

Tendo em vista que o problema de transbordamento do igarapé é denunciado constantemente pela população e o perigo à saúde e qualidade de vida dessas pessoas, o Radar procurou a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) para questionar quais  medidas seriam realizadas para evitar  futuros  transtornos e porquê esse problema é tão contínuo na região.

Até a publicação desta matéria não obtivemos respostas.