Inpa abre seleção para Mestrado em Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia

Estão abertas as inscrições para as 20 vagas do curso de Mestrado Profissional em Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia (MPGAP), para ingresso no ano acadêmico de 2019, lançado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) na última semana.

De acordo com o Edital 26 – 2018 MPGAP, as inscrições para os exames de ingresso serão realizadas até 16 de dezembro deste ano, por meio do formulário online, disponibilizado no site http://w2.portais.atrio.scire.net.br/inpa-mpgap/index.php/pt/.

O processo seletivo ocorrerá em duas etapas. A primeira etapa será constituída de três provas e terá caráter eliminatório. A segunda etapa consistirá de análise de currículo e de carta de intenções e, se necessário, de entrevista. Esta etapa terá caráter classificatório.

Das 20 vagas destinadas à concorrência pública, cinco serão destinadas a candidatos de outros países que compõem a Bacia Amazônia e cinco reservadas para projetos do governo do estado do Amazonas.

Para concorrer a uma das vagas, o candidato precisa entregar os documentos diretamente na Secretaria Conjunta Botânica-MPGAP, Campus I do Inpa, localizada na Av. André Araújo, 2936, Petrópolis, Manaus-AM ou enviar pelos Correios com postagem até as 18h do dia 16 de dezembro, endereçado ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Secretaria Conjunta Botânica-MPGAP, Campus I, Av. André Araújo, 2939, Petrópolis, CEP 69.067-373, Manaus/AM

As matrículas dos aprovados deverão ser realizadas em 11 a 22 de março de 2019. As atividades do curso terão início em 22 de abril e a parte presencial obrigatória será ministrada até 28 de junho de 2019 em regime ininterrupto, incluindo excursões de campo.

Gestão de Áreas Protegidas 

O mestrado profissional em Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia do Inpa é realizado em parceria com a Escola Latino Americana de Áreas Protegidas (ELAP) da Universidade para a Cooperação Internacional da Costa Rica (UCI) e apoio da Agência de Cooperação Técnica Alemã (GTZ) e visa atender uma demanda crescente e urgente de qualificação de mão de obra para realizar a tarefa de cuidar destes espaços protegidos na Amazônia.

Esta gestão deve ser multidisciplinar e exige a colaboração entre diferentes instituições, cobrindo aspectos da economia, legislação, administração e desenvolvimento local, que complementam a experiência em biologia, planejamento, gestão financeira, engenharia florestal e de pesca, agronomia e ecologia visando ajudar os gestores a realizar a articulação, facilitação e execução do processo de gestão.

Com informações do Inpa.