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Interdição de portos em Itacoatiara gera prejuízos para economia, diz Josué

Divulgação

Treze dias após a interdição dos dois Terminais Hidroviários do município de Itacoatiara (a 176 KM de Manaus), o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), deputado estadual Josué Neto (PSD), solicitou, através de requerimentos, providências e explicações sobre o bloqueio. O parlamentar explica que está proibida a atracação de embarcações, bem como a circulação de pessoas e veículos, o que gera prejuízos para a economia da cidade.

“Nós sabemos o quanto é complicado o transporte de mercadorias no nosso Estado e a importância dos portos para a população dos nossos municípios, já que o nosso principal meio de transporte hoje é fluvial. Essa situação está afetando o comércio e consequentemente a economia de Itacoatiara. Precisamos de providências para resolver essa situação”, afirmou Josué Neto.

Os dois portos, um mais antigo, que fica localizado na área central e outro que foi inaugurado há nove meses, estão fechados desde o dia 1° de março pela Marinha do Brasil por questões de segurança.

Segundo o 9° Distrito Naval (COM9DN), que interditou o terminal da área central, foi constatado por meio de engenheiros do Grupo de Vistorias e Inspeções (GVI) da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental (CFAOC) problemas no Sistema de Fundeio que se encontra comprometido, além das partes móveis com problemas estruturais. Já o porto construído recentemente está sem energia por falta de pagamentos.

Os barcos que vêm do Baixo Amazonas trazendo verduras param nos dois portos e, com a interdição, as verduras são transportadas para Manaus e só depois vão para Itacoatiara, fazendo com que se tenha um maior custo para os comerciantes. Entre os produtos que passam por Itacoatiara estão fertilizante, milho e soja.

Com informações da assessoria do deputado.