Já começou a campanha eleitoral mais suja de todos os tempos!

Digo sinceramente meu povo que eu gostaria que acontecesse aquilo que minha saudosa e sábia mãe chamava de “queimar a língua”, que é quando a gente diz e antevê algo que não acontece. Eu aceitaria até ser zoada por estar errada. Mas os sinais de uma campanha eleitoral suja, com o uso dos expedientes mais baixos e covardes, estão por todos os lados.

Jamais vou esquecer aquilo que vi nas eleições suplementares de Coari e nem vou me alongar contando tudo que vivenciei nos dias que fiquei na cidade porque faltaria tempo e espaço nesse texto. Mas basta lembrar das notícias falsas, dos ataques morais, das perseguições feitas a pessoas que apenas exerceram seu direito de escolher livremente um candidato para apoiar e votar.

Citando apenas um exemplo disso, fiquei indignada com punição dada a policiais que queriam apenas fazer o seu trabalho, servir e proteger como manda o juramento desses servidores públicos, mas foram transferidos de Coari para municípios distantes, mesmo tendo família naquela cidade. Mas o povo de Coari, como bem previ, deu uma lição nas urnas em quem acha que pode botar o povo no cabresto.

Mas esse tipo de gente parece que num aprende a lição! A saga deles de ódio, perseguição e difamação continua, até porque é a única arma eleitoral que eles acreditam ter parar tirar do caminho quem pode fazer eles ficarem sem mandato. E, sem mandato, some o tal foro privilegiado e aí num tem essa de não poder ser preso, né mesmo? Pode ficar sem mandato num dia e ir pra cadeia no outro.

E o mais revoltante nessa história é que tem gente que, por dinheiro, aceita fazer o serviço sujo – nesse momento lembro mais uma vez da minha sábia mãezinha que dizia: “a pior coisa minha filha é dinheiro mal ganho, ele só atrai coisa ruim”. Queria que quem publica mentiras e maledicências refletisse sobre o karma que pode advir de dinheiro mal ganho.

Criticar um homem público é totalmente normal. Todos os caras que ganharam eleições, aos quais assessorei, eu dizia: prepara o sebo de carneiro e passa no lombo porque agora vem lambada de tudo que é lado. Mas não pode ser considerado normal publicar denúncia, com um cara que não mostra a cara, um denunciante anônimo. Cadê os documentos que comprovam o que o denunciante está dizendo? Por que o mascarado vestal da moral não decidiu denunciar a “desumanidade” do gestor público quando estava no poder? Gosto de ver gente que tem peito pra enfrentar os políticos quando estão no Poder. Isso Radar tem feito em toda a sua história.

E o mais estranho – pra não dizer expressão bem pior – é que dependendo do político esculachado por blogs, sites ou até por televisão e jornal, num acontece nada ou acontece de tudo. Se for um ex-prefeito, n ão acontece nada, mas no caso de um senador, por exemplo, mesmo que o release seja do Ministério Público Federal (MPF) ou da Polícia Federal, ou mesmo que o veículo tenha o cuidado de investigar e ter provas, num adianta nada porque ainda vai aparecer um juiz pra lhe condenar por calúnia e difamação e ainda fazer você pagar indenização com o dinheiro que você ganha trabalhando pra quem é acusado de desviar dinheiro da saúde pública.

Mas esse povo esquece que na escola que eles estudaram, euzinha fui expulsa por mau comportamento, o que faz com que meu Radar tenha expertise para desarmar armadilhas, descobrir maracutaias, detectar perseguições e trazer à tona as tramoias pra todo povo do Amazonas ficar sabendo. Aguardem novidades na tela do Radar!