Anúncio Advertisement

Josué diz que votação do PL dos professores dependerá de conversas com categoria e Executivo

O  presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Josué Neto (PSD) informou, nessa quarta-feira (15), que o Projeto de Lei que trata sobre reajuste dos professores de 4,73% já tramita na Casa Legislativa, mas que a votação da proposta vai depender das conversas com a categoria e com o Executivo.

“Hoje nós estamos no primeiro dia de tramitação e a previsão é que na próxima quarta-feira, dia 22 possamos votar essa matéria com a apresentação de emendas para atender os professores. Não haverá tramitação em forma de urgência, estamos voltando para o marco zero”, disse Josué.

A matéria, de autoria do Governo do Estado, foi enviada ao Parlamento no final do expediente dessa terça (14), mesmo sem acordo com os professores da rede estadual sobre o reajuste salarial da categoria. A greve dos profissionais da educação já dura  um mês em todo o Estado. Eles pedem um reajuste de 15% e já rejeitaram o percentual definido pelo Governo.

O deputado se reuniu com representantes da categoria e enfatizou que a Assembleia está cumprindo o que se propôs a fazer anteriormente, que era dialogar com os profissionais, assim que a proposta do Governo chegasse na Casa. Josué disse ainda que a matéria entrou na pauta sob o número 293/2019 poderá receber emendas dos deputados ou até mesmo do Executivo para que contemple alguns pleitos além dos que já constam no projeto.

O reajuste dos auxílios localidade, alimentação e a concessão do vale-transporte para professores com carga horária de 40 horas, além de rever o contrato firmado entre a Secretaria de Educação (Seduc) e o plano de saúde Hapvida, são algumas das reivindicações dos profissionais da educação.

“O que precisamos fazer neste momento é sentar, dialogar e é isso que a nossa Casa está fazendo para que em definitivo a greve seja encerrada. A paralisação não é algo bom para ninguém, nem para aluno, pai de aluno, professor, para o Estado, para a economia. Em Manaus já sentimos o impacto, mas nos municípios do interior o impacto negativo é maior”, explicou Josué.

Com informações da assessoria do deputado.