Juíza determina prisão temporária do segundo acusado do desaparecimento de indigenista brasileiro e do jornalista estrangeiro 

A prisão temporária é por 30 dias, prorrogáveis por mais 30


Oseney da Costa Oliveira, segundo acusado pelo desaparecimento do indigenista e servidor público Bruno da Cunha Araújo e do jornalista inglês Dominic Mark Phillips, ocorrido no município de Atalaia do Norte, no início deste mês, teve sua prisão temporaria decretada. A decisão foi da juíza do município, Jacinta Silva dos Santos. Ele ficara preso por 30 dias, podendo ter esse prazo prorrogado.

Oseney foi preso na terça-feira (14/6) pela Polícia Civil e encaminhado nesta quarta-feira ao Fórum de Justiça de Atalaia do Norte para a audiência de custódia que foi realizada no início da tarde, no formato híbrido – com a juíza e o investigado participando presencialmente, no Fórum da Comarca -, e com os representantes do Ministério Público e da Defensoria Pública, por meio virtual -, da mesma forma que ocorreu com o primeiro investigado, Amarildo da Costa de Oliveira.

“A audiência de custódia foi relativa ao cumprimento da prisão temporária decretada por este Juízo, atendendo a pedido da autoridade policial”, informou a juíza Jacinta Silva dos Santos.

Nessa audiência de custódia, o órgão ministerial foi representado pelo promotor de justiça André Epifânio Martins; e o acusado foi assistido pela defensora pública Jéssica Cristina Melo Matos.

O prazo de 30 dias da prisão temporária, prorrogáveis por mais 30, passa valer a partir da data do cumprimento do mandado de prisão, expedido pela Comarca. O processo tramita sob Segredo de Justiça.