Justiça cega que não defende uma criança de uma mulherzinha demente e mentirosa

montagem Radar Amazônico

A Lei maior da Nação Brasileira, a Constituição Federal assegura o direito à preservação da imagem e da identidade de crianças e adolescentes. E ainda existe a Lei 8.069/90, o Estatuto da Criança e do Adolescente, que trouxe proteção integral à criança e ao adolescente de tal forma que, não só sua integridade física fique a salvo, mas também sua imagem e identidade. Então me diz como uma criança de dez anos que já sofreu todo tipo de abuso sexual na mão de um monstro – ele está foragido – ainda passa por mais uma monstruosidade de ter sua identidade exposta publicamente e a demente que fez isso não está presa?

A demente é conhecida por Sara Winter, digo “conhecida” porque nem o nome é verdadeiro. Ela assumiu a identidade de uma espiã nazista inglesa, cuja caveira deve se bater toda no túmulo, toda vez que ouve seu nome ser relacionado a alguém mais desprezível ainda.

Sara Winter, melhor dizendo, Sara Fernanda Giromini, é uma total farsa, como mãe, como mulher, como ser humano e como ativista seja do que for. Ela é uma das indiciadas no inquérito sob investigação do Supremo Tribunal Federal sobre disseminação de fake news nas redes socais. Um ser de mentira espalhando notícias mentirosas.

Sara já mostrou os peitos pra provar que era feminista, quando feminismo é algo que vai muito além de tirar a roupa, tem a ver com a luta constante pela igualdade de direitos, empoderamento feminino e libertação da mulher dessa sociedade patriarcal que só a vê como reprodutora e dona de casa.

E ela também já cortou o pênis de quem hoje idolatra! Num ato em Copacabana, em 2014, Sara Winter e uma colega de grupo Femen cortaram o pênis de um boneco que seria o então deputado Jair Messias Bolsonaro, que depois viraria seu líder político que ela ajudou a eleger presidente da República.

Sendo acusada de autoritarismo e de desonestidade com recursos do movimento feminista, Sara rapidamente e sem pestanejar passou para a extrema direita, falando de amor à pátria mesmo sem qualquer respeito a Lei Maior da Nação, a Constituição Federal, fazendo manifestações de rua contra as instituições, pedindo intervenção militar, o fechamento do Congresso e da maior corte de Justiça do país, Supremo Tribunal Federal (STF) – a extrema direita bolsonarista chama isso de liberdade  de expressão.

A mesma Sara que hoje se sabe, através de declarações dadas por seu próprio irmão, passou anos se prostituindo – nada contra quem tem a profissão mais antiga da história do mundo, as prostitutas -, hoje em dia, posa de vestal da moral como se fosse a mais casta das criaturas. Ela também faz palestras sobre moral e ética feminina. Assim como o presidente a quem idolatra, Sara adora falar de família, mas nem sua família quer saber dela.

Quer obrigar uma menina de dez anos a ter um filho de um demônio que a estuprava desde os seis anos, mas abandonou seu filho. A avó da criança, segundo seu próprio irmão, é quem cuida do filho de Sara que tem quatro anos. Ela usa a imagem da criança apenas pra fazer stories no Instagram e ganhar seguidores, conta o rapaz.

Sara Winter cometeu o absurdo da crueldade e da torpeza de publicar a identidade da criança estuprada ao arrepio da Constituição e do Estatuto da Criança, como se não bastasse todo o sofrimento que essa menina já sofreu e os traumas dos quais terá de se curar. E Sara Winter ou Giromini continua com sua vida inútil e mentirosa a espalhar o mal quando deveria estar presa -ou será que isso só acontece quando ela ofende ministro do STF?