Manaus ocupa terceiro lugar no ranking nacional de investimento com recursos próprios

A capital do Amazonas figura como a terceira capital do país que mais investe com recursos próprios, segundo dados do Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais de 2018, publicado pela Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda. Manaus ficou atrás apenas de Natal (RN) e São Luís (MA). Segundo o estudo, 89,9% dos investimentos realizados pela cidade são com recursos próprios, índice maior que a média nacional de 59,3%.

Na avaliação do prefeito Arthur Virgílio Neto, essa capacidade de investimento próprio diminui a dependência de fontes de financiamento provenientes de terceiros, dando maior autonomia e segurança aos projetos e ações desenvolvidos pela Prefeitura de Manaus.

“Mais uma vez Manaus é exemplo de austeridade fiscal, contenção de gastos e boa administração de seus recursos próprios e o índice alcançado mostra, definitivamente, que temos atuação solo na realização de investimentos para melhorar a infraestrutura, os serviços e a qualidade de vida da população”, afirmou o prefeito Arthur Neto.

Com o resultado, Arthur cobra maior participação do Estado do Amazonas, com investimentos fortes e permanentes na capital, assim como mais participação do Governo Federal nos investimentos em diversos setores.

“É o justo. Aqui mora metade da população do Estado e aqui é arrecadado quase que a totalidade dos impostos do Amazonas. Então, Manaus precisa ser olhada com mais carinho e atenção”, defendeu Virgílio. “Por parte do Governo Federal, cabe um olhar estratégico para essa região e para Manaus, onde se encontra o verdadeiro caminho para o desenvolvimento do Brasil”, finalizou.

O estudo do Ministério da Fazenda considera investimentos com recursos próprios a diferença entre o total de gastos do município com investimentos e o total de receitas de transferência de capital e operações de crédito. “Municípios que apresentam alto índice de investimentos com fontes próprias, financiam seus investimentos com menor impacto fiscal, visto que recorrem a operações de crédito de modo mais sustentável”, afirma o estudo.

Com informações da Secretaria de Comunicação do Município.