Mulheres garantindo direitos de outras mulheres

Essa iniciativa é para aplaudir. Informações foram enviadas aqui para o Radar que mulheres de entidades governamentais, junto com mulheres da sociedade civil organizada, assim como parlamentares, estiveram reunidas ontem (17), no mini-auditório Beth Azize, da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), onde decidiram que, a partir de junho, farão mutirões dentro do Sistema Penitenciário do Amazonas, voltado para as mulheres encarceradas, principalmente no atendimento de saúde e atendimento jurídico

As representantes dos vários órgãos defendem que essas mulheres, independente do crime que tenham cometido, precisam ter seus direitos resguardados.  Participaram da reunião representantes do Ministério Público, Poder Judiciário, Defensoria Pública, Secretaria de Estado da Justiça, Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, Secretaria Municipal dos Direitos Humanos, Secretaria Executiva da Mulher, Movimentos sociais, além das vereadoras Socorro Sampaio (PP) e Terezinha Ruiz (DEM).

É muita desfaçatez (parte II)

Depois de insistir, na maior “cara dura” que nos terminais de ônibus as empresas de transporte coletivo mantêm fiscais para verificar se os ônibus estão circulando com superlotação, se tem gente pendurada na porta e, para organizar o tumulto da entrada e saída de passageiros nos coletivos, casos em que muitas vezes crianças e idosos são pisoteados, o titular da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, saiu com mais uma das suas que é pra tirar do sério até monge tibetano. Ele anunciou que exigirá cursos de direção defensiva para motoristas de ônibus do transporte público de Manaus , e que os motoristas farão também curso de relações humanas. Esses cursos foram anunciados por ele como se fosse a “grande alternativa” para evitar que ocorra com outros passageiros, o que aconteceu com um senhor de 66 anos, que morreu após cair do ônibus. Agora, alguém quer me explicar o que tem uma coisa a ver com a outra? O que tem a ver esses cursos com o fato do ônibus estar superlotado? E com o fato da porta do coletivo estar aberta? A responsabilidade vai ficar mesmo para o motorista, é? E os empresários não têm culpa de nada? Pela milésima vez, dá um tempo, Carvalho!