Anúncio Advertisement

No Radar, dia do beijo é pra ser comemorado (e beijado)

beijo-thumb

Ninguém sabe de onde surgiu essa idéia de conceber uma data para comemorar o Dia do Beijo, 13 de abril. Mas, gostaria de saber quem foi o responsável, para lhe dar um beijo. Nesse mundo, cheio de datas comemorativas, muitas na minha opinião desnecessárias, e um calendário onde datas específicas lembram guerras, destruição e morte, como é bom lembrar de um ato de carinho e, quem sabe, pelo menos nessa data, esquecer o rancor, a mágoa, a desavença, e selar a paz com um beijo. Estudiosos garantem que ele nasceu de um ato de amor, ainda na pré-história, quando as mães precisavam mastigar os alimentos e passar direto para a boca de seus bebês. Igual passarinho que passa pro filhote, de bico pra biquinho.

Mas, quer saber de uma coisa, pra gente que vive de bem com a vida, beijo não tem hora, não tem dia. Dizem até que beijo bom é beijo roubado, aquele sem aviso, que deixa a gente estatelado, petrificado de surpresa. Na vida nos deparamos com beijos de todos os tipos, é lógico que também tem o beijo fingido, aquele igual de Judas. Também, tem aqueles beijos frios, automáticos, de gente que nunca foi amado, e por isso não aprendeu a amar. Mas, em sua  maioria, e pra nossa alegria, eles são mesmo é ardentes, provocantes, apaixonados. Existem os aderentes, de boca colada por horas, e os selinhos sem muito contato, só encostar lábio com lábio, sem demora. Beijos sonoros, ou aqueles meio escondido, sem estardalhaço. Também tem os secos, ou beijo molhado. Mas, quer saber, não importa o tipo, escolha um deles, e beije muuuuuito, porque até os cientistas já descobriram que ele faz bem pro corpo e pra alma. Mil beijos pra vocês, leitores do Radar!

(Any Margareth)