O clima de disputa esquenta na Associação Amazonense dos Municípios

O processo de eleição para a presidência da Associação Amazonense dos Municípios (AAM) parecia tão calmo, devagar quase parando, mas não é bem assim não gente. Isso é o que está visível aos olhos, mas o que o Radar captou é bem diferente. A cada dia que passa, o clima vem esquentando mais e mais, e deve esquentar de vez até o dia da votação, 31 de março.

O primeiro sinal disso é que candidaturas estão “ficando pelo caminho”. A primeira chapa a abandonar o processo foi a liderada pelo prefeito de Rio Preto da Eva, Anderson Souza, que alegou estar mais preocupado em administrar o seu município neste início de mandato.

O segundo a desistir da disputa pela presidência da AAM foi o prefeito de Parintins, Bi Garcia. Advinha de quem, segundo fontes do Radar, Bi Garcia teria ido buscar apoio? Quem? Quem? Do Zé Melo, meu povo! Levou pela reta, um passa fora e um sonoro “vai cuidar do teu município”.

Quem ainda mantém candidatura é o atual presidente da AAM, que não é mais nem prefeito de Itamarati, é ex-prefeito, João Campelo – estatuto da AAM não impede que ele participe mesmo sendo ex.  O problema do João Campelo é que os prefeitos estão extremamente insatisfeitos com a administração dele na entidade. Além da fraca gestão, surgem denúncias de nepotismo, com a nomeação de parentes do presidente a cargos dentro da associação.

Mais quatro pré-candidatos aparecem na disputa pela AAM: os prefeitos de Manaquiri, Jair Souto, de Amaturá, Joaquim Corado, de Carauari, Bruno Ramalho, e de São Sebastião do Uatumã, Fernando Falabela. Fala-se a boca miúda que estes quatro devem se unir na formação de uma única chapa, o que deve fortalecer o grupo para a eleição. Com a possível união, o clima ficará bem mais brando, né mesmo gente? Se não….!? (Any Margareth)