O prefeito Artur Paraguaçu e as donzelas nada “praticantes e juramentadas”

Desde o início de dezembro que se arrasta esse perrengue entre a Prefeitura de Manaus e a boate Remulos onde já se viu cenas bizarras, dignas de se transformarem em capítulos do fictício politico – sera mesmo ficção? – de Odorico Paraguaçu, e do cotidiano bizarro de sua cidade, Sucupira. No caso de Odorico, a idéia fixa era a construção de um cemitério, principal promessa de campanha já que todo aquele que morria tinha que ser enterrado na cidade vizinha. No caso do prefeito Artur Neto, uma das principais promessas de campanha foi transformar o desorganizado, feio e sujo centro de Manaus. Mas, parafraseando Odorico, a “problemática”, divulgada pela “imprensa lida, olhada e escutada” parece ter se concentrado em evitar o funcionamento do Remulos, tratado pelos Dirceus Borboletas assessores do prefeito como lugar nada próprio para “donzelas praticantes e juramentadas”.

Um muro

E nessa Manaus um tanto sucupirana, bem que se poderia visualizar a cena do prefeito inaugurando “uma obra que entrará para os anais e menstruais da história”, um muro isolando o “cabaré” mais famoso de Manaus.

Pratrasmente

E no “prafrentemente desse causo desapetrechado de sensatismo”, dá vontade de lembrar todos os Zecas Diabos e Dirceus Borboletas que já se viram “pratrasmente” frequentar o Remulos, e até se apaixonarem por aquelas damas da noite. Com certeza, o que eles menos perguntaram foi sobre o alvará de funcionamento.

Solucionática

E no caso do Remulos, bom lembrar que “para toda problemática existe uma solucionática”.

Damas em vendeta

E dizem as fontes do Radar, que as damas do Remulos, não andam nada satisfeitas com o Artur Paraguaçu e preparam vendeta. E, parafraseando agora outro politico meio Odorico: “os homens são maus, mas só as mulheres são cruéis”. E quando o pau cantar na casa de Noca, só faltava dizer algo repetitivo desde o fim das eleições: “Isso deve ser obra da esquerda comunista, marronzista e badernenta”.