O presidente da CMM e seu dialeto

Sabe aquele vereador da lista de favoritos aqui do pessoal do Radar que não perde a chance fazer uma piada. Pois é, ontem ele veio com mais uma que fez o povo aqui do site dar boas risadas. Ele disse que, até o final do ano, vai distribuir uma cartilha com o dialeto próprio, que vira e mexe, é usado pelo presidente da Casa, vereador Bosco Saraiva, e que pode ser chamado, no mínimo de muito peculiar. Ontem, ele aprendeu mais duas frases desse dialeto, uma usada pelo presidente pra encerrar uma questão: “vamos fechar esse caixão”. E outra pra dizer que um Projeto de Lei tem que ser melhor elaborado: “Vamos ajeitar o jerimum nessa carroça”. Entenderam?

Parabéns pra mais de metro  

Que um vereador tem que receber elogios pela criação de um Projeto de Lei de grande relevância popular, lá isso isso é verdade. Mas, ontem, o pessoal aqui do Radar perdeu as contas de quantos vereadores disseram a mesma frase: “Parabenizo o vereador Junior Ribeiro pela iniciativa”. E, depois da frase ainda vinha mais uma lista infindável de elogios. Essa rasgação de seda foi porque o  vereador Junior Ribeiro apresentou Projeto de Lei estendendo o atendimento preventivo de saúde que é feito nas Carretas da Mulher, também para os homens. Um dos mais críticos aqui do Radar foi logo dizendo: “Mas, ele não está nada mais do que cumprindo a sua obrigação, afinal não foi eleito pra isso? Dito e certo!

Parabéns em data errada

E o vereador Amaury Colares pediu a palavra durante a sessão plenária de ontem da CMM para desejar feliz aniversário ao vereador Luiz Alberto Carijó e dizer que os colegas de plenário já estavam esperando o convite para ir almoçar fora . Só que logo depois, o parlamentar foi avisado de que Carijó só faz aniversário no dia 05 de junho. Desta vez, nada de boca livre?

O pavor que ainda permanece

Ontem, tive a certeza, que um atentando terrorista traz desdobramentos terríveis já que, após ele ter acontecido, o mundo continua em estado de pavor. Isso ficou claro, ontem (24) quando o vôo de Brasília para Manaus foi cancelado, segundo a polícia, por ameaça de bomba. Depois se ficou sabendo que tudo não passou de um engano. Um dos passageiros irritado  disse que o Brasil não funcionava direito e merecia era uma bomba. Isso deu uma confusão danada, fiscalização para todos os lados, vistorias em bagagens e até o cancelamento do vôo, demonstrando como um ataque a bomba deixa um rastro de terror que permanence na vida das pessoas.